Emdagro recebe nota 9,8 em transparência

O órgão é um dos mais bem avaliados pelo TCE-SE entre todos os órgãos do governo

A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) foi um dos órgãos do Governo do Estado a atingir nota máxima na avaliação da transparência pública nas ações de 2021. A avaliação, realizada pelo Tribunal de Conta do Estado de Sergipe (TCE-SE), ocorreu no último dia 29 de novembro e foi publicado na última semana, trazendo o órgão do governo entre os principais que receberam nota 9.8 no conjunto de critérios definidos pelo órgão de controle.

O período compreendido da avaliação foi de 1º de outubro de 2020 a 30 de setembro de 2021 e foi realizada por técnicos do TCE-SE, os quais acessaram os 47 sites institucionais/portais de transparência ligados ao Governo do Estado de Sergipe e verificaram o atendimento aos 10 critérios do questionário padrão. A lista preliminar divulgada pelo TCE-SE – com a nota de todos os órgãos – está disponível no link https://www.tce.se.gov.br/SitePages/resultadoavaliacoes.aspx?RootFolder=%2FIndicadores%2F%C3%93RG%C3%83OS%20ESTADUAIS%202021&FolderCTID=0x012000A8F1FBDF3811E14D84A4643CF952BDAA&View=%7B94FDA00C%2D16A5%2D4F56%2D9046%2D480660609413%7D

Para atender os critérios do TCE-SE, a Emdagro desenvolveu seu site oficial com foco na transparência pública, o qual é atualizado diariamente com informações sobre licitações e contratos, receitas e despesas, estrutura organizacional, recursos humanos e relatórios, estes denominados de Transparência Ativa, os serviços de informação ao cidadão e pessoas jurídicas, denominado de Transparência Passiva, e as boas práticas de transparência.

O Presidente da Emdagro, Jefferson Feitoza de Carvalho, destacou a importância do resultado do TCE-SE e parabenizou a todos os servidores da empresa envolvidos no levantamento das informações e à Assessoria de Comunicação pela compilação dos dados. “Esse resultado do Tribunal de Contas só demonstra que estamos no caminho certo na transparência de nossas ações, o que não podia ser diferente. E aproveito para parabenizar aos nossos servidores, sobretudo, a nossa Ascom pelo excelente trabalho na atualização diária do nosso portal”.

Emdagro prorroga para o dia 30 de dezembro o prazo da declaração de vacinação contra a febre aftosa

A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) prorrogou o prazo de entrega da declaração de vacinação da segunda etapa da campanha contra a febre aftosa para o próximo dia 30 de dezembro de 2021. A decisão teve a autorização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que atendeu ao pedido do órgão de defesa diante do baixo índice de declaração no final da campanha, que se encerrou na última terça-feira, dia 30 de novembro.

Como todos os anos, o prazo para a declaração de vacinação é de até dez dias após a realização da campanha. Segundo a Emdagro, a campanha de vacinação se encerrou no último dia 30 de novembro, mas o produtor poderá apresentar sua declaração de vacinação até o dia 30 de dezembro. “Veja bem, não estamos falando em prorrogar a vacinação. Pelo contrário, o que está sendo prorrogado aqui é o prazo para declarar que vacinou seu rebanho”, alertou a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Aparecida Andrade.

Segundo ela, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) atendeu a uma solicitação da Emdagro e demais parceiros, a exemplo da Federação de Agricultura de Sergipe, para que prorrogasse o prazo da entrega diante do baixo índice de declarações. “É perceptível, através do sistema que registra a venda das vacinas nas casas agropecuárias que o produtor tem comprado os imunizantes, mas também temos verificado no Siapec3 – Sistema de Integração Agropecuária da Emdagro – o baixo índice de declarações, então, diante disso, a Emdagro pediu e o MAPA entendeu a necessidade de prorrogar para o dia 30 de dezembro a entrega da declaração de vacinação”, explicou Adriana Frias.

A segunda etapa da campanha teve início no dia 1º de novembro e se encerrou no dia 30, com o objetivo de imunizar os mais de 450 mil bovinos e bubalinos de Sergipe, com até dois anos de idade. Após a vacinação, o criador deverá declarar junto aos escritórios da Emdagro, sendo obrigatória a apresentação do documento de identificação do proprietário dos animais ou de seu representante, neste último caso, mediante procuração assinada em duas vias e reconhecida em cartório, no momento da declaração de vacinação.

Ainda segundo a diretora de Defesa Animal e Vegetal,  após vacinar o rebanho, o criador deverá preencher formulário de declaração que se encontra do site da empresa, através do endereço eletrônico: https://www.emdagro.se.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/DECLARACAO-AFTOSA.pdf e encaminhar ao um dos escritórios da Emdagro mais próximo ou, se preferir, enviar por e-mail ou pelo WhatsApp.

Agricultores da Colônia Treze recebem apoio da Emdagro na comercialização da produção de orgânicos e convencionais

Programas como o PAA e PNAE garantem a geração de renda para agricultores convencionais


Agricultores familiares da Colônia Treze, em Lagarto, têm sentido cada vez mais a presença da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) nos diversos momentos de sua produção agrícola, onde podem contar com assistência técnica e extensão rural desde o preparo do solo, passando pelo plantio das sementes, manejo da lavoura, colheita, organização em cooperativas e associações e na comercialização da produção de produtos orgânicos e convencionais. Hoje eles percebem que todo o trabalho desenvolvido reflete na alta produção e na comercialização de seus produtos.

Exemplo desse trabalho é da Associação de Desenvolvimento Agropecuário do Povoado Juarena e Adjacências, que trabalha com dois canais de comercialização: o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Juntos, os dois programas rendem à entidade pouco mais de 345 mil reais em produtos convencionais, como macaxeira, mamão, alface, batata doce, laranja, quiabo, tomate, pimentão, maracujá, acerola, repolho, banana, tangerina, etc. “Esse ano, graças ao apoio dos técnicos da Emdagro nós conquistamos o PNAE e o PAA”, afirmou a presidente da Associação Valmira de Carvalho Santos.

Segundo o Assessor Técnico da Área de comercialização da Emdagro, o economista Wagner de Aragão Brito, a empresa desempenha um importante papel nesse processo de comercialização para pequenos agricultores. “Sabemos que o extensionista ao orientar o agricultor no aspecto inerente a produção (da porteira para dentro), necessariamente ele orienta também sobre a questão da comercialização (da porteira para fora). E nos sentimos muito gratificados quando vemos que nossos assistidos conquistaram novos horizontes com nosso apoio”, frisou. Segundo ele, o trabalho junto aos agricultores vem sendo realizados pelos técnicos da Emdagro do escritório local da Colônia Treze, em Lagarto, José Raimundo Pereira de Matos, Francisco de Paula e Maria Edileide.

Além dos agricultores da Associação de Desenvolvimento Agropecuário do Povoado Juarena e Adjacências, o povoado conta também com uma Organização de Controle Social para Venda Direta de Produto Orgânico sem Certificação (OCS Colônia Treze), constituída também com o apoio do órgão de assistência técnica e extensão rural. Já os agricultores da OCS, que trabalha na produção da linha agroecológica, utilizam como canal de comercialização a feira de produtos orgânicos, que acontece todas às quartas-feiras na Praça Santa Luzia, das 14h às 18h, além da entrega em domicílio.

“São ações que a Emdagro vem contribuindo decisivamente com o desenvolvimento no setor agrícola sergipano, enfatizando o trabalho voltado para o fortalecimento da agricultura familiar com viés na linha agroecológica, com isso, levando ao consumidor alimentos produzidos com qualidade e respeito ao meio ambiente”, ressaltou Wagner Brito.

Para o agricultor de orgânico e membro da OCS, Rosivaldo Antônio dos Santos, a Emdagro tem sido um importante parceiro no desenvolvimento da organização. “Graças à Emdagro, nas pessoas dos técnicos Paulo Alves, Agenor, Waltenis, José Raimundo, dentre outros, nós conseguimos produzir nessa linha agroecológica e estamos conseguindo escoar nossa produção através da feira de produtos orgânicos e entrega em domicílio”, disse o agricultor.








Chip em equinos facilita o trabalho da inspeção agropecuária em Sergipe

As diversas tecnologias têm auxiliado o homem em todos os ramos de atividades e não poderia ser diferente na agropecuária brasileira. Dentre os avanços tecnológicos votados para o campo, a implantação de microchips em equinos tem garantido maior precisão e segurança das informações nele contidas. A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) tem se utilizado dessa tecnologia e realizado a leitura dos chips no momento da entrada dos animais nos eventos agropecuários no Estado.

Foi o que aconteceu na vaquejada ocorrida na última semana, em Lagarto. No momento da chegada dos animais para participarem do evento, a equipe de fiscalização sanitária da Emdagro realizou a leitura dos dados do chip em animais, os quais apresentavam dúvida na leitura da resenha dos exames de Anemia Infecciosa Equina (AIE) e Mormo, impedindo, inclusive, que esses animais participassem do evento. “Nosso trabalhado de fiscalização é obrigatório em todo e qualquer evento agropecuário, e quando essas tecnologias nos são apresentadas elas facilitam muito o nosso trabalho. A exemplo do chip em cavalos, é possível identificar o nome do animal, pelagem e outras características importantes na identificação do animal. É, sem dúvida, uma excelente ferramenta para ajudar na identificação sem riscos para o animal”, comentou a Médica Veterinária da Emdagro, Lucyla Flor.

Para o criador Celso Júnior, da Fazenda São Francisco, Município de Cabaceiras do Paraguaçu, Bahia, que tem seus animais “chipados”, vê na tecnologia uma aliada contra competidores mal intencionados. “A gente sabe que muitos maus competidores tentam a todo custo inscrever um animal pra competir e na hora ‘H’ tentam entrar com outro. Com o chip isso não acontece, porque a identificação fica mais confiável e mais fácil”, disse.

Iniciativa da ABQM

Os chips implantados nos equinos é uma iniciativa da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Quarto de Milha (ABQM) a qual recomenda a todos os criadores associados e que participam de eventos agropecuários fazerem uso em seus animais. O chip ou microchip é um dispositivo do tamanho de um grão de arroz. Colocado sob a pele do animal, ele apresenta o seu código por meio de um leitor específico que contém informações sobre o indivíduo. Os dados contidos nos dispositivos ficam armazenados em bancos de dados online.

Agricultores de Arauá recebem apoio da Emdagro na comercialização da produção

Mercados institucionais garantem renda para organização de agricultores do município





Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)

A agricultura familiar é responsável por grande parte da produção agropecuária de Sergipe. Ela garante que 70% dos alimentos produzidos cheguem às mesas das pessoas. Entretanto, os caminhos percorridos, desde a produção até o consumidor final, não são nada fáceis se não houver um apoio qualificado que possa direcionar a caminhada. É nesse contexto, dentre tantos outros, que a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), órgão de assistência técnica e extensão rural vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Rural e da Pesca, vem desempenhando um papel fundamental nesse processo de comercialização ao auxiliar os pequenos produtores desde o plantio da semente até o acesso aos diferentes mercados consumidores.

É o que acontece com agricultores familiares do município de Arauá, região Sul do Estado, que, com o apoio dos técnicos do escritório da Emdagro no município, buscaram acessar os principais canais de comercialização. “Nós, extensionistas rurais, ao orientar o agricultor no tocante à produção – da porteira para dentro – orientamos também sobre a comercialização dessa produção, ou seja, da porteira para fora. Esse é um trabalho que vem sendo muito bem conduzido pelos técnicos da Emdagro do município de Arauá que orientam os




Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)

agricultores sobre a venda em feiras livres, Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), entrega em domicílio, Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e pontos de venda”, enfatizou o Assessor Técnico em Comercialização da Emdagro, o economista Wagner de Aragão Brito.

O assessor detalha como vem sendo realizada a comercialização no município, além dos canais de venda em feiras livres, que possuem uma característica interessante por ser uma modalidade mais popular e democrático que existe. “Por isso, incentivamos os nossos agricultores a participarem desse tipo de mercado, buscando inibir a figura do intermediário e, consequentemente, fazendo com que o agricultor familiar, ao vender sua produção diretamente na feira livre, consiga agregar mais valor aos seus produtos”, reforçou Wagner.

Nos mercados institucionais, por exemplo, o Assessor explica que ao acessar o PNAE, os agricultores familiares e suas organizações podem vender seus produtos para a merenda escolar, respeitando-se as referências nutricionais, os hábitos alimentares, a cultura e a tradição alimentar da localidade, pautado na sustentabilidade e diversificação agrícola da região, na alimentação saudável e adequada. “Já o PAA é um programa que tem a finalidade




Produtor José Tertuliano Pov. Sucupira venda em feira livre


de incentivar a agricultura familiar, compreendendo ações vinculadas a distribuição de produtos agropecuários para pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional”, detalhou.

Tanto em um programa (PNAE) como no outro (PAA), o assessor da Emdagro destaca uma organização fornecedora de produtos, que é o Grupo de Jovens Cooperativista da Colônia Sucupira (COOPERJOS), em Arauá, que viabilizaram projetos que, somados, ultrapassam o valor de mais de meio milhão de reais. “Com o PAA, o projeto é de 296 mil reais, beneficiando 37 agricultores com a comercialização de Laranja, mamão, maracujá, melancia, milho verde, macaxeira a vaco, banana, inhame e tangerina. Com o PNAE, no valor aproximado de 250 mil reais, 48 produtores beneficiados comercializam pimentão, quiabo, milho verde, pão de macaxeira, tangerina, macaxeira a vaco, mamão, melancia, cebolinha, laranja, coentro, couve, abacaxi, abóbora, banana e batata doce”, detalhou Wagner Brito.

Para o agricultor familiar e membro do grupo de jovens COOPERJOS, Pedro Oliveira, a Emdagro tem tido uma participação importante nesse processo de comercialização. “A




Produtor Aristeu Pureza – Comunidade Sucupira

Emdagro é muito importante para nós, porque, além de nos prestar assistência técnica individual e coletiva, ela assessora a cooperativa com a elaboração de projetos da agricultura familiar também. Agradecemos muito esse apoio dos técnicos da Emdagro de Arauá, o Elizaldo, Luiz e o Anselmo que não nos deixa na mão, sempre nos apoiando. Graças à Emdagro pudemos tirar nossa Declaração de Aptidão do Produtor (DAP), que é o documento essencial para acessarmos esses mercados institucionais”, reconheceu o agricultor.

Outras formas de comercialização que os agricultores familiares têm são a venda direta em domicílio, que é modalidade de mercado que consiste em entregar os produtos produzidos pelo produtor na localidade que o freguês escolher. Nessa modalidade, a produção é toda da propriedade para garantir a qualidade. E a outra forma de comercialização são os pontos de vendas, que é um local estratégico onde os produtos são vendidos.

Prazo para vacinação contra a febre aftosa termina nesta terça-feira dia 30

Mas o prazo para a declaração de vacinação foi prorrogado para o dia 30 de dezembro


A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa termina nesta terça-feira, dia (30). Os criadores que ainda não vacinaram seu rebanho deverão adquirir as vacinas nas lojas agropecuárias credenciadas na Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) até hoje e declarar seu rebanho presencialmente nos escritórios da empresa ou encaminhando o formulário preenchido via e-mail em codea@emdagro.se.gov.br ou pelo aplicativo WhatsApp através do número 79 9 9191-4341.

Excepcionalmente nessa segunda fase da campanha, o prazo para declaração de vacinação foi prorrogado até o dia 30 de dezembro que, anteriormente, era de dez dias após a vacinação. Segundo a Emdagro, a vacinação se encerra, impreterivelmente, nesta terça-feira dia 30 de novembro, mas o produtor terá seu prazo para apresentar sua declaração de vacinação prorrogado. “Veja bem, não estamos falando em prorrogar a vacinação. Pelo contrário, as revendedoras de produtos agropecuários só poderão vender as vacinas até hoje 30 de novembro. O que está sendo prorrogado aqui é o prazo para declarar que vacinou seu rebanho”, alertou a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Aparecida Andrade.

Segundo ela, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) atendeu a uma solicitação da Emdagro e demais parceiros, a exemplo da Federação de Agricultura de Sergipe, para que prorrogasse o prazo da entrega diante do baixo índice de declarações. “É perceptível, através do sistema que registra a venda das vacinas nas casas agropecuárias que o produtor tem comprado os imunizantes, mas também temos verificado no Siapec3 – Sistema de Integração Agropecuáriola da Emdagro – o baixo índice de declarações, então, diante disso, a Emdagro pediu e o MAPA entendeu a necessidade de prorrogar para o dia 30 de dezembro a entrega da declaração de vacinação”, explicou Adriana Frias.

Segundo a Responsável Pelo Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa, Adriana Frias, a vacinação contra a febre aftosa é obrigatória por lei. “O criador que não vacinar seu rebanho estará sujeito a multa R$ 3,40 por animal. Lembrando que a vacina só poderá ser comprada nas lojas credenciadas com autorização do órgão, emitida apenas nos escritórios da Emdagro e após pagamento de multa”, reforçou.

A segunda etapa da campanha teve início no dia 1º de novembro com o objetivo de imunizar os mais de 450 mil bovinos e bubalinos de Sergipe, com até dois anos de idade. Após a vacinação, o criador deverá declarar junto aos escritórios da Emdagro, sendo obrigatória a apresentação do documento de identificação do proprietário dos animais ou de seu representante, neste último caso, mediante procuração assinada em duas vias e reconhecida em cartório, no momento da declaração de vacinação.

Ainda segundo a responsável pelo programa, após vacinar o rebanho, o criador deverá preencher formulário de declaração que se encontra do site da empresa, através do endereço eletrônico: https://www.emdagro.se.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/DECLARACAO-AFTOSA.pdf e encaminhar ao um dos escritórios da Emdagro mais próximo ou, se preferir, enviar por e-mail ou pelo WhatsApp.

Encontro reúne agricultores orgânicos para discutir produção agroecológica em Sergipe

Setenta agricultores estiveram presentes para debater produção, comercialização e certificação de produtos orgânicos


Aconteceu em Itabaiana, região Agreste do Estado, o Encontro de Produtores Orgânicos de Sergipe, que contou com a participação de aproximadamente 70 agricultores familiares de todas as regiões do Estado que trabalham na linha agroecológica. O evento foi uma realização da Emdagro e aconteceu no Sest/Senat de Itabaiana, e contou com a parceria do Mapa, Cporg e Sebrae e a Secretaria Municipal de Agricultura e o apoio da equipe do Escritório Local da Emdagro de Itabaiana.

Na abertura do encontro, o Diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural da Emdagro, Antônio Reis, cumprimentou a todos os presentes e destacou a importância do cultivo orgânico na produção de um alimento de qualidade, valor de uma vida mais saudável e o apoio que a Emdagro vem dando a todos os agricultores que trabalham na linha orgânica. “Quero dar as boas-vindas a todos os presentes. Dizer que hoje é um dia importante para a agroecologia do Estado, porque, nesse encontro, a gente está discutindo os assuntos mais importantes da cadeia produtiva agroecológica, de forma a criar uma estratégia para o próximo ano a gente fortalecer toda a cadeia, sobretudo, a comercialização desses produtos orgânicos”, disse o Diretor.

Ao longo do dia, os participantes contaram com uma palestra sobre “Estratégias para a reestruturação da produção orgânica”, ministrada pela Engenheira Agrônoma da Rede Borborema de Agroecologia da Paraíba, Maria Amélia da Silva Marques, e também de uma Roda de Experiências sobre a influência das organizações de Controle Social (OCS) no avanço no processo da produção e comercialização de orgânicos.

Para o agricultor orgânico da Comunidade Garangal, em Campo do Brito, José Adelson da Fonseca, que também participa da Organização de Controle Social, o encontro reúne as melhores experiências na produção orgânica. “Esse encontro é muito bom porque reúne todos os agricultores orgânicos para essa troca de conhecimentos. Todos só têm a ganhar!”, afirmou o agricultor, que não esconde sua satisfação em vem como a atividade agroecológica vem ganhando espaço tanto no campo, como na sociedade que passa a se ter na sua mesa um alimento de qualidade.

Entendimento semelhante é do produtor orgânico Carlos César, do Povoado Junco em Areia Branca. Ele considera o encontro muito rico e destaca o papel da Emdagro nesse trabalho da agricultura orgânica em Sergipe. “Esse evento é muito rico porque aqui estão reunidos todos os agricultores de todas as regiões do estado, numa troca de saberes que só quem tem a ganhar é agroecologia sergipana.

Pesquisa

No encontro, os participantes conheceram também as ações da Emdagro, no âmbito da pesquisa, voltadas para a agricultura orgânica, a exemplo dos inimigos naturais como forma de substituição do uso de agrotóxicos. “A pesquisa vem buscando desenvolver métodos de controles alternativos e métodos de controle biológico, no sentido de atender essas demandas agroecológicas e no sentido de abolir o uso de agrotóxicos na agricultura. Temos produzidos em nosso laboratório microrganismos biológicos e insetos que são predadores, a fim de disponibilizar esses produtos para que sejam usados no dia a dia do agricultor”, explicou o Pesquisador da Emdagro, Marcelo Mendonça.

Emdagro capacita agricultores sobre uso correto de agrotóxico

Treinamento contou com aulas teórica e prática, e foi promovido como pena alternativa, após autuação pela Emdagro de algumas propriedades na região


Agricultores e trabalhadores nas lavouras de laranja da região de Santa Luzia do Itanhy e Umbaúba, no sul do estado, participaram de um curso sobre o uso correto de agrotóxicos, promovido pela Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri), através da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro). Realizado nos dias 10 e 11 de novembro, na Fazenda Sapezinho, no povoado Progresso, em Santa Luzia do Itanhy, o treinamento contou com aulas teórica e prática, e foi promovido como pena alternativa, após autuação pela Emdagro de algumas propriedades na região.

De acordo com a engenheira agrônoma, Aglênia Araújo, coordenadora de insumos agropecuários da Emdagro, funcionários da empresa responsável pela venda dos agrotóxicos foram chamados para realizar a capacitação prática, a fim de ensinar as técnicas de aplicação do produto e esclarecer as dúvidas do público presente, formado por 34 pessoas, entre produtores e aplicadores de agrotóxicos. “Em nossas fiscalizações às propriedades rurais, realizamos um trabalho educativo e punitivo, e com essa capacitação esperamos que os produtores entendam o que está errado e aprendam a fazer de forma correta”, observou.

No primeiro dia do curso, com aulas teóricas realizadas pela equipe da Emdagro, os participantes puderam obter informações sobre legislação, de como adquirir o agrotóxico de forma correta, exigindo a nota fiscal, sobre o transporte e armazenamento correto do produto, de não reutilizar as embalagens vazias e como descartá-las adequadamente, bem como a utilização correta dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), entre outros assuntos.

Já no segundo dia foram observados aspectos práticos, através da apresentação de slides e simulação prática na lavoura, utilizando água. “Ao adquirir o produto é importante identificar o risco de classificação toxicológica e observar todos os cuidados de manuseio, desde a preparação do agrotóxico para uso na plantação, até as recomendações de quando será possível colher os frutos dessa lavoura”, ressaltou o agrônomo Vinícius Santos, assistente técnico da empresa que comercializa os agrotóxicos e palestrante do segundo dia.

Conforme a engenheira agrônoma da Emdagro, Aldira Beatriz Barroso, esse é o terceiro curso que a empresa promove neste ano. Os dois primeiros foram realizados em propriedades rurais dos municípios de Areia Branca e Umbaúba. “Ainda este ano vamos fazer mais um em Lagarto, em data a ser programada”, observou ao destacar sobre a importância da participação de todos que utilizam o agrotóxico em suas lavouras e, principalmente, dos trabalhadores que manuseiam o produto. “É importante que todos estejam cientes sobre as consequências na saúde e também no meio ambiente, pelo uso incorreto dos agrotóxicos”, reforçou.

Para o proprietário da Fazenda Sapezinho, Ariel Oliveira de Menezes, foi importante participar do treinamento e aprender mais. “O conhecimento nunca é demais e quando esses cursos vêm até a gente é bom porque eles nos dão uma orientação melhor. O pessoal da Emdagro tem dado uma boa assistência pra gente do campo. Eles estiveram aqui em minha propriedade e sentiram falta de algumas coisas, como o uso correto dos equipamentos de proteção, então sugeriram a realização desse curso que não só atendeu a minha propriedade como a outros produtores da região. Tenho certeza que a partir de agora vamos utilizar melhor os agrotóxicos em nossa lavoura”, afirmou o produtor de laranja.

O agricultor Manoel Francisco Barbosa, que há 20 anos planta laranja e milho no povoado Limoeiro, em Arauá, saiu satisfeito do treinamento. “Confesso que eu não conhecia bem como funcionava a aplicação do agrotóxico e sobre as consequências de armazenar embalagens vazias. A partir de agora, quando eu contratar alguém para aplicar o produto em minha lavoura, vou ficar ainda mais atento e cobrar que só faça o serviço se aceitar utilizar o kit de proteção completo”, disse. “Vou exigir tudo que foi orientado no curso, é melhor pra mim, pra não ser multado e importante pra quem trabalha comigo, para que não venha ter problemas de saúde no futuro”, afirmou.


Ascom Seagri





Queijeiros sergipanos participam de intercâmbio em Minas Gerais

Técnicos e pequenos produtores conheceram as experiências na produção de queijo artesanal mineiro


O queijo artesanal de Sergipe tem conseguido se destacar como uma importante fonte de renda de pequenos produtores rurais ligados à pecuária leiteira no estado. Pensando em estimular ainda mais uma produção de qualidade do derivado, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), promoveu, na última semana, um intercâmbio interestadual de técnicos e produtores ao Estado de Minas Gerais com o fito de conhecerem as políticas públicas do governo mineiro de incentivo à produção artesanal de queijos, com foco na regularização das pequenas queijarias.

Ao todo, 9 técnicos da Emdagro e 6 queijeiros do estado estiveram participando do intercâmbio para conhecerem as experiências exitosas de assistência técnica e extensão rural (ATER), na Inspeção para legalização das queijarias, na produção de leite e queijo com qualidade e na forma de comercialização do queijo Minas Artesanal e do Queijo Artesanal de Minas. O grupo foi recepcionado pelo Presidente da EMATER-MG – órgão responsável pela assistência técnica e extensão rural – Otávio Maia, e toda sua equipe que trabalha com agroindústria, além dos representantes da Empresa de Pesquisa de Minas Gerais (EPAMIG) e do Instituto Mineiro de Agropecuárias (IMA), órgão responsável pelo Serviço de Inspeção.

Ao longo da semana, a comitiva de Sergipe se reuniu com o Prefeito de São Roque de Minas, município polo da região da Serra da Canastra – composto por 9 municípios – que foi a primeira região a ter a Indicação Geográfica de Origem – IG do queijo Minas Artesanal, percebendo a forte participação dos municípios no processo de valorização do queijo artesanal, inclusive, com a formação de consórcios municipais para garantir o serviço de inspeção das queijarias.

O grupo visitou cinco queijarias nos municípios de São Roque de Minas, Bambuí e Vargem Bonita, onde observaram, na prática, as instalações adequadas para a produção do queijo artesanal e as formas de produção e maturação do queijo. “Esse foi um trabalho bastante importante, porque conhecemos o papel da Extensão Rural no processo de produção do queijo, das boas práticas de produção de leite, o papel da Defesa Agropecuária no controle da Brucelose e Tuberculose garantindo a qualidade sanitária do lácteo e seu derivado, bem como a organização dos agricultores através da associação e da cooperativa com papel relevante na organização e evolução dos queijeiros”, comentou a Coordenadora de Pecuária da Emdagro, Izildinha Dantas.

No município de Medeiros, também localizado região da Serra da Canastra, os técnicos e produtores visitaram um entreposto de maturação coletivo de queijos, para pequenos queijeiros que não têm condições de instalações para este processo e finalizaram o intercâmbio visitando o mercado de Belo Horizonte. “O intercâmbio foi uma experiência muito proveitosa para o grupo de técnicos e queijeiros e a intenção é apresentar uma proposta de um programa estadual de apoio as pequenas queijarias do Estado”, frisou a Coordenadora.

“Quero agradecer à Emdagro pela oportunidade de conhecer a cadeia produtiva do queijo artesanal da Serra Canastra, em Minas Gerais, conhecer o dia a dia dos daqueles produtores de queijos, a diversidade e qualificação desses empreendedores”, destacou a Presidente da Associação de Queijeiros do Alto Sertão, Maria Joseane da Costa.




Emdagro capacita extensionistas em produção de pequenos animais

Atualizar técnicos e extensionistas sobre práticas de produção, bem-estar animal e comercialização para melhor atender os produtores de aves caipiras, porcos e ovelhas, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) realizou, no período de 03 a 05 de novembro, em Aracaju, um curso sobre Produção de Pequenos Animais: Ovinocultura, Avicultura Caipira e Suinocultura. O curso é fruto do convênio entre a Emdagro e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que visa, dentre outras coisas, a capacitação de 25 profissionais da área de extensão rural. Cada tema foi trabalhado em dias diferentes.

O conteúdo abordou questões importantes como raças, sanidade, manejo e alimentação dos animais, comercialização e instalações. A abordagem dos temas ficou a cargo de técnicos da empresa e parceiros, a exemplo da coordenadora de agricultura da Emdagro, Izildinha Dantas, que trabalhou o tema sobre sanidade de ovinos, e dos Consultores Roberis Cordeiro e Reginaldo Souza, que trataram sobre comercialização e produção, respectivamente. Na área da Suinocultura, o Zootecnista do Instituto Federal de Sergipe (IFS/S. Cristóvão), Wilians Gomes Santos trabalhou o tema do aspecto da produção, como manejo, nutrição e instalação e as Médicas Veterinárias da Emdagro Isabelli Leal e Rita Selene abordaram sobre a sanidade dos suínos. Por fim, sobre a avicultura caipira o professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Claudson Brito abordou sobre a produção e o Médico Veterinário da Emdagro, Emerson Sales, falou sobre sanidade avícola

Para o Diretor de Assistência Técnica e Extensão da Emdagro, Antônio Oliveira Reis, as capacitações dos extensionistas tem o intuito de levar aos produtores rurais orientações e informações precisa sobre a produção de pequenos animais. “A Emdagro está retomando, após quase um ano e meio de isolamento social por conta da pandemia da COvid-19, sua agenda de cursos e treinamentos. E estamos iniciando as capacitações dos nossos técnicos com tema sobre criação de pequenos animais, já que essa é uma demanda crescente em nossos escritórios no interior” frisou.

O chefe do escritório local da Emdagro em Poço Verde, Luis Alberto Souza, que participou do evento, disse que o curso é uma forma de manter a qualidade dos serviços prestados pela da empresa. “Foi de suma importância por proporcionar conhecimentos técnicos que vão me possibilitar prestar uma ATER de melhor qualidade para o nosso público beneficiário, haja vista que os instrutores que ministraram o referido curso possuem amplos conhecimentos teóricos e práticos nos seus ramos de atividade, que a suinocultura, avicultura e ovinocultura”, destacou.

“A capacitação foi um marco para nós extensionistas melhorarmos e aprimorarmos a nossa assistência aos agricultores familiares e suas organizações, como grupos, associações e cooperativas. Ao mesmo tempo possibilitar contribuir de forma decisiva na melhoria de vida e do bem-estar social dos agricultores familiares, o qual é o nosso foco principal”, ressaltou Luiz Alberto.






Última atualização: 19 de novembro de 2021 14:02.