O órgão é um dos mais bem avaliados pelo TCE-SE entre todos os órgãos do governo
A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) prorrogou o prazo de entrega da declaração de vacinação da segunda etapa da campanha contra a febre aftosa para o próximo dia 30 de dezembro de 2021. A decisão teve a autorização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que atendeu ao pedido do órgão de defesa diante do baixo índice de declaração no final da campanha, que se encerrou na última terça-feira, dia 30 de novembro.
Como todos os anos, o prazo para a declaração de vacinação é de até dez dias após a realização da campanha. Segundo a Emdagro, a campanha de vacinação se encerrou no último dia 30 de novembro, mas o produtor poderá apresentar sua declaração de vacinação até o dia 30 de dezembro. “Veja bem, não estamos falando em prorrogar a vacinação. Pelo contrário, o que está sendo prorrogado aqui é o prazo para declarar que vacinou seu rebanho”, alertou a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Aparecida Andrade.
Segundo ela, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) atendeu a uma solicitação da Emdagro e demais parceiros, a exemplo da Federação de Agricultura de Sergipe, para que prorrogasse o prazo da entrega diante do baixo índice de declarações. “É perceptível, através do sistema que registra a venda das vacinas nas casas agropecuárias que o produtor tem comprado os imunizantes, mas também temos verificado no Siapec3 – Sistema de Integração Agropecuária da Emdagro – o baixo índice de declarações, então, diante disso, a Emdagro pediu e o MAPA entendeu a necessidade de prorrogar para o dia 30 de dezembro a entrega da declaração de vacinação”, explicou Adriana Frias.
A segunda etapa da campanha teve início no dia 1º de novembro e se encerrou no dia 30, com o objetivo de imunizar os mais de 450 mil bovinos e bubalinos de Sergipe, com até dois anos de idade. Após a vacinação, o criador deverá declarar junto aos escritórios da Emdagro, sendo obrigatória a apresentação do documento de identificação do proprietário dos animais ou de seu representante, neste último caso, mediante procuração assinada em duas vias e reconhecida em cartório, no momento da declaração de vacinação.
Ainda segundo a diretora de Defesa Animal e Vegetal, após vacinar o rebanho, o criador deverá preencher formulário de declaração que se encontra do site da empresa, através do endereço eletrônico: https://www.emdagro.se.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/DECLARACAO-AFTOSA.pdf e encaminhar ao um dos escritórios da Emdagro mais próximo ou, se preferir, enviar por e-mail ou pelo WhatsApp.
Programas como o PAA e PNAE garantem a geração de renda para agricultores convencionais
Agricultores familiares da Colônia Treze, em Lagarto, têm sentido cada vez mais a presença da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) nos diversos momentos de sua produção agrícola, onde podem contar com assistência técnica e extensão rural desde o preparo do solo, passando pelo plantio das sementes, manejo da lavoura, colheita, organização em cooperativas e associações e na comercialização da produção de produtos orgânicos e convencionais. Hoje eles percebem que todo o trabalho desenvolvido reflete na alta produção e na comercialização de seus produtos.
Exemplo desse trabalho é da Associação de Desenvolvimento Agropecuário do Povoado Juarena e Adjacências, que trabalha com dois canais de comercialização: o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Juntos, os dois programas rendem à entidade pouco mais de 345 mil reais em produtos convencionais, como macaxeira, mamão, alface, batata doce, laranja, quiabo, tomate, pimentão, maracujá, acerola, repolho, banana, tangerina, etc. “Esse ano, graças ao apoio dos técnicos da Emdagro nós conquistamos o PNAE e o PAA”, afirmou a presidente da Associação Valmira de Carvalho Santos.

Segundo o Assessor Técnico da Área de comercialização da Emdagro, o economista Wagner de Aragão Brito, a empresa desempenha um importante papel nesse processo de comercialização para pequenos agricultores. “Sabemos que o extensionista ao orientar o agricultor no aspecto inerente a produção (da porteira para dentro), necessariamente ele orienta também sobre a questão da comercialização (da porteira para fora). E nos sentimos muito gratificados quando vemos que nossos assistidos conquistaram novos horizontes com nosso apoio”, frisou. Segundo ele, o trabalho junto aos agricultores vem sendo realizados pelos técnicos da Emdagro do escritório local da Colônia Treze, em Lagarto, José Raimundo Pereira de Matos, Francisco de Paula e Maria Edileide.
Além dos agricultores da Associação de Desenvolvimento Agropecuário do Povoado Juarena e Adjacências, o povoado conta também com uma Organização de Controle Social para Venda Direta de Produto Orgânico sem Certificação (OCS Colônia Treze), constituída também com o apoio do órgão de assistência técnica e extensão rural. Já os agricultores da OCS, que trabalha na produção da linha agroecológica, utilizam como canal de comercialização a feira de produtos orgânicos, que acontece todas às quartas-feiras na Praça Santa Luzia, das 14h às 18h, além da entrega em domicílio.

“São ações que a Emdagro vem contribuindo decisivamente com o desenvolvimento no setor agrícola sergipano, enfatizando o trabalho voltado para o fortalecimento da agricultura familiar com viés na linha agroecológica, com isso, levando ao consumidor alimentos produzidos com qualidade e respeito ao meio ambiente”, ressaltou Wagner Brito.
Para o agricultor de orgânico e membro da OCS, Rosivaldo Antônio dos Santos, a Emdagro tem sido um importante parceiro no desenvolvimento da organização. “Graças à Emdagro, nas pessoas dos técnicos Paulo Alves, Agenor, Waltenis, José Raimundo, dentre outros, nós conseguimos produzir nessa linha agroecológica e estamos conseguindo escoar nossa produção através da feira de produtos orgânicos e entrega em domicílio”, disse o agricultor.

As diversas tecnologias têm auxiliado o homem em todos os ramos de atividades e não poderia ser diferente na agropecuária brasileira. Dentre os avanços tecnológicos votados para o campo, a implantação de microchips em equinos tem garantido maior precisão e segurança das informações nele contidas. A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) tem se utilizado dessa tecnologia e realizado a leitura dos chips no momento da entrada dos animais nos eventos agropecuários no Estado.
Foi o que aconteceu na vaquejada ocorrida na última semana, em Lagarto. No momento da chegada dos animais para participarem do evento, a equipe de fiscalização sanitária da Emdagro realizou a leitura dos dados do chip em animais, os quais apresentavam dúvida na leitura da resenha dos exames de Anemia Infecciosa Equina (AIE) e Mormo, impedindo, inclusive, que esses animais participassem do evento. “Nosso trabalhado de fiscalização é obrigatório em todo e qualquer evento agropecuário, e quando essas tecnologias nos são apresentadas elas facilitam muito o nosso trabalho. A exemplo do chip em cavalos, é possível identificar o nome do animal, pelagem e outras características importantes na identificação do animal. É, sem dúvida, uma excelente ferramenta para ajudar na identificação sem riscos para o animal”, comentou a Médica Veterinária da Emdagro, Lucyla Flor.

Para o criador Celso Júnior, da Fazenda São Francisco, Município de Cabaceiras do Paraguaçu, Bahia, que tem seus animais “chipados”, vê na tecnologia uma aliada contra competidores mal intencionados. “A gente sabe que muitos maus competidores tentam a todo custo inscrever um animal pra competir e na hora ‘H’ tentam entrar com outro. Com o chip isso não acontece, porque a identificação fica mais confiável e mais fácil”, disse.
Iniciativa da ABQM
Os chips implantados nos equinos é uma iniciativa da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Quarto de Milha (ABQM) a qual recomenda a todos os criadores associados e que participam de eventos agropecuários fazerem uso em seus animais. O chip ou microchip é um dispositivo do tamanho de um grão de arroz. Colocado sob a pele do animal, ele apresenta o seu código por meio de um leitor específico que contém informações sobre o indivíduo. Os dados contidos nos dispositivos ficam armazenados em bancos de dados online.
Mercados institucionais garantem renda para organização de agricultores do município

Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)
A agricultura familiar é responsável por grande parte da produção agropecuária de Sergipe. Ela garante que 70% dos alimentos produzidos cheguem às mesas das pessoas. Entretanto, os caminhos percorridos, desde a produção até o consumidor final, não são nada fáceis se não houver um apoio qualificado que possa direcionar a caminhada. É nesse contexto, dentre tantos outros, que a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), órgão de assistência técnica e extensão rural vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Rural e da Pesca, vem desempenhando um papel fundamental nesse processo de comercialização ao auxiliar os pequenos produtores desde o plantio da semente até o acesso aos diferentes mercados consumidores.
É o que acontece com agricultores familiares do município de Arauá, região Sul do Estado, que, com o apoio dos técnicos do escritório da Emdagro no município, buscaram acessar os principais canais de comercialização. “Nós, extensionistas rurais, ao orientar o agricultor no tocante à produção – da porteira para dentro – orientamos também sobre a comercialização dessa produção, ou seja, da porteira para fora. Esse é um trabalho que vem sendo muito bem conduzido pelos técnicos da Emdagro do município de Arauá que orientam os

Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)
agricultores sobre a venda em feiras livres, Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), entrega em domicílio, Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e pontos de venda”, enfatizou o Assessor Técnico em Comercialização da Emdagro, o economista Wagner de Aragão Brito.
O assessor detalha como vem sendo realizada a comercialização no município, além dos canais de venda em feiras livres, que possuem uma característica interessante por ser uma modalidade mais popular e democrático que existe. “Por isso, incentivamos os nossos agricultores a participarem desse tipo de mercado, buscando inibir a figura do intermediário e, consequentemente, fazendo com que o agricultor familiar, ao vender sua produção diretamente na feira livre, consiga agregar mais valor aos seus produtos”, reforçou Wagner.
Nos mercados institucionais, por exemplo, o Assessor explica que ao acessar o PNAE, os agricultores familiares e suas organizações podem vender seus produtos para a merenda escolar, respeitando-se as referências nutricionais, os hábitos alimentares, a cultura e a tradição alimentar da localidade, pautado na sustentabilidade e diversificação agrícola da região, na alimentação saudável e adequada. “Já o PAA é um programa que tem a finalidade

Produtor José Tertuliano Pov. Sucupira venda em feira livre
de incentivar a agricultura familiar, compreendendo ações vinculadas a distribuição de produtos agropecuários para pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional”, detalhou.
Tanto em um programa (PNAE) como no outro (PAA), o assessor da Emdagro destaca uma organização fornecedora de produtos, que é o Grupo de Jovens Cooperativista da Colônia Sucupira (COOPERJOS), em Arauá, que viabilizaram projetos que, somados, ultrapassam o valor de mais de meio milhão de reais. “Com o PAA, o projeto é de 296 mil reais, beneficiando 37 agricultores com a comercialização de Laranja, mamão, maracujá, melancia, milho verde, macaxeira a vaco, banana, inhame e tangerina. Com o PNAE, no valor aproximado de 250 mil reais, 48 produtores beneficiados comercializam pimentão, quiabo, milho verde, pão de macaxeira, tangerina, macaxeira a vaco, mamão, melancia, cebolinha, laranja, coentro, couve, abacaxi, abóbora, banana e batata doce”, detalhou Wagner Brito.
Para o agricultor familiar e membro do grupo de jovens COOPERJOS, Pedro Oliveira, a Emdagro tem tido uma participação importante nesse processo de comercialização. “A

Produtor Aristeu Pureza – Comunidade Sucupira
Emdagro é muito importante para nós, porque, além de nos prestar assistência técnica individual e coletiva, ela assessora a cooperativa com a elaboração de projetos da agricultura familiar também. Agradecemos muito esse apoio dos técnicos da Emdagro de Arauá, o Elizaldo, Luiz e o Anselmo que não nos deixa na mão, sempre nos apoiando. Graças à Emdagro pudemos tirar nossa Declaração de Aptidão do Produtor (DAP), que é o documento essencial para acessarmos esses mercados institucionais”, reconheceu o agricultor.
Outras formas de comercialização que os agricultores familiares têm são a venda direta em domicílio, que é modalidade de mercado que consiste em entregar os produtos produzidos pelo produtor na localidade que o freguês escolher. Nessa modalidade, a produção é toda da propriedade para garantir a qualidade. E a outra forma de comercialização são os pontos de vendas, que é um local estratégico onde os produtos são vendidos.
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Mas o prazo para a declaração de vacinação foi prorrogado para o dia 30 de dezembro
A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa termina nesta terça-feira, dia (30). Os criadores que ainda não vacinaram seu rebanho deverão adquirir as vacinas nas lojas agropecuárias credenciadas na Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) até hoje e declarar seu rebanho presencialmente nos escritórios da empresa ou encaminhando o formulário preenchido via e-mail em codea@emdagro.se.gov.br ou pelo aplicativo WhatsApp através do número 79 9 9191-4341.
Excepcionalmente nessa segunda fase da campanha, o prazo para declaração de vacinação foi prorrogado até o dia 30 de dezembro que, anteriormente, era de dez dias após a vacinação. Segundo a Emdagro, a vacinação se encerra, impreterivelmente, nesta terça-feira dia 30 de novembro, mas o produtor terá seu prazo para apresentar sua declaração de vacinação prorrogado. “Veja bem, não estamos falando em prorrogar a vacinação. Pelo contrário, as revendedoras de produtos agropecuários só poderão vender as vacinas até hoje 30 de novembro. O que está sendo prorrogado aqui é o prazo para declarar que vacinou seu rebanho”, alertou a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Aparecida Andrade.
Segundo ela, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) atendeu a uma solicitação da Emdagro e demais parceiros, a exemplo da Federação de Agricultura de Sergipe, para que prorrogasse o prazo da entrega diante do baixo índice de declarações. “É perceptível, através do sistema que registra a venda das vacinas nas casas agropecuárias que o produtor tem comprado os imunizantes, mas também temos verificado no Siapec3 – Sistema de Integração Agropecuáriola da Emdagro – o baixo índice de declarações, então, diante disso, a Emdagro pediu e o MAPA entendeu a necessidade de prorrogar para o dia 30 de dezembro a entrega da declaração de vacinação”, explicou Adriana Frias.
Segundo a Responsável Pelo Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa, Adriana Frias, a vacinação contra a febre aftosa é obrigatória por lei. “O criador que não vacinar seu rebanho estará sujeito a multa R$ 3,40 por animal. Lembrando que a vacina só poderá ser comprada nas lojas credenciadas com autorização do órgão, emitida apenas nos escritórios da Emdagro e após pagamento de multa”, reforçou.
A segunda etapa da campanha teve início no dia 1º de novembro com o objetivo de imunizar os mais de 450 mil bovinos e bubalinos de Sergipe, com até dois anos de idade. Após a vacinação, o criador deverá declarar junto aos escritórios da Emdagro, sendo obrigatória a apresentação do documento de identificação do proprietário dos animais ou de seu representante, neste último caso, mediante procuração assinada em duas vias e reconhecida em cartório, no momento da declaração de vacinação.
Ainda segundo a responsável pelo programa, após vacinar o rebanho, o criador deverá preencher formulário de declaração que se encontra do site da empresa, através do endereço eletrônico: https://www.emdagro.se.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/DECLARACAO-AFTOSA.pdf e encaminhar ao um dos escritórios da Emdagro mais próximo ou, se preferir, enviar por e-mail ou pelo WhatsApp.
Setenta agricultores estiveram presentes para debater produção, comercialização e certificação de produtos orgânicos
Aconteceu em Itabaiana, região Agreste do Estado, o Encontro de Produtores Orgânicos de Sergipe, que contou com a participação de aproximadamente 70 agricultores familiares de todas as regiões do Estado que trabalham na linha agroecológica. O evento foi uma realização da Emdagro e aconteceu no Sest/Senat de Itabaiana, e contou com a parceria do Mapa, Cporg e Sebrae e a Secretaria Municipal de Agricultura e o apoio da equipe do Escritório Local da Emdagro de Itabaiana.
Na abertura do encontro, o Diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural da Emdagro, Antônio Reis, cumprimentou a todos os presentes e destacou a importância do cultivo orgânico na produção de um alimento de qualidade, valor de uma vida mais saudável e o apoio que a Emdagro vem dando a todos os agricultores que trabalham na linha orgânica. “Quero dar as boas-vindas a todos os presentes. Dizer que hoje é um dia importante para a agroecologia do Estado, porque, nesse encontro, a gente está discutindo os assuntos mais importantes da cadeia produtiva agroecológica, de forma a criar uma estratégia para o próximo ano a gente fortalecer toda a cadeia, sobretudo, a comercialização desses produtos orgânicos”, disse o Diretor.
Ao longo do dia, os participantes contaram com uma palestra sobre “Estratégias para a reestruturação da produção orgânica”, ministrada pela Engenheira Agrônoma da Rede Borborema de Agroecologia da Paraíba, Maria Amélia da Silva Marques, e também de uma Roda de Experiências sobre a influência das organizações de Controle Social (OCS) no avanço no processo da produção e comercialização de orgânicos.
Para o agricultor orgânico da Comunidade Garangal, em Campo do Brito, José Adelson da Fonseca, que também participa da Organização de Controle Social, o encontro reúne as melhores experiências na produção orgânica. “Esse encontro é muito bom porque reúne todos os agricultores orgânicos para essa troca de conhecimentos. Todos só têm a ganhar!”, afirmou o agricultor, que não esconde sua satisfação em vem como a atividade agroecológica vem ganhando espaço tanto no campo, como na sociedade que passa a se ter na sua mesa um alimento de qualidade.
Entendimento semelhante é do produtor orgânico Carlos César, do Povoado Junco em Areia Branca. Ele considera o encontro muito rico e destaca o papel da Emdagro nesse trabalho da agricultura orgânica em Sergipe. “Esse evento é muito rico porque aqui estão reunidos todos os agricultores de todas as regiões do estado, numa troca de saberes que só quem tem a ganhar é agroecologia sergipana.
Pesquisa
No encontro, os participantes conheceram também as ações da Emdagro, no âmbito da pesquisa, voltadas para a agricultura orgânica, a exemplo dos inimigos naturais como forma de substituição do uso de agrotóxicos. “A pesquisa vem buscando desenvolver métodos de controles alternativos e métodos de controle biológico, no sentido de atender essas demandas agroecológicas e no sentido de abolir o uso de agrotóxicos na agricultura. Temos produzidos em nosso laboratório microrganismos biológicos e insetos que são predadores, a fim de disponibilizar esses produtos para que sejam usados no dia a dia do agricultor”, explicou o Pesquisador da Emdagro, Marcelo Mendonça.
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A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) foi um dos órgãos do Governo do Estado a atingir nota máxima na avaliação da transparência pública nas ações de 2021. A avaliação, realizada pelo Tribunal de Conta do Estado de Sergipe (TCE-SE), ocorreu no último dia 29 de novembro e foi publicado na última semana, trazendo o órgão do governo entre os principais que receberam nota 9.8 no conjunto de critérios definidos pelo órgão de controle.









Agricultores e trabalhadores nas lavouras de laranja da região de Santa Luzia do Itanhy e Umbaúba, no sul do estado, participaram de um curso sobre o uso correto de agrotóxicos, promovido pela Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri), através da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro). Realizado nos dias 10 e 11 de novembro, na Fazenda Sapezinho, no povoado Progresso, em Santa Luzia do Itanhy, o treinamento contou com aulas teórica e prática, e foi promovido como pena alternativa, após autuação pela Emdagro de algumas propriedades na região.



O queijo artesanal de Sergipe tem conseguido se destacar como uma importante fonte de renda de pequenos produtores rurais ligados à pecuária leiteira no estado. Pensando em estimular ainda mais uma produção de qualidade do derivado, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), promoveu, na última semana, um intercâmbio interestadual de técnicos e produtores ao Estado de Minas Gerais com o fito de conhecerem as políticas públicas do governo mineiro de incentivo à produção artesanal de queijos, com foco na regularização das pequenas queijarias.


Atualizar técnicos e extensionistas sobre práticas de produção, bem-estar animal e comercialização para melhor atender os produtores de aves caipiras, porcos e ovelhas, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) realizou, no período de 03 a 05 de novembro, em Aracaju, um curso sobre Produção de Pequenos Animais: Ovinocultura, Avicultura Caipira e Suinocultura. O curso é fruto do convênio entre a Emdagro e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que visa, dentre outras coisas, a capacitação de 25 profissionais da área de extensão rural. Cada tema foi trabalhado em dias diferentes.
manejo, nutrição e instalação e as Médicas Veterinárias da Emdagro Isabelli Leal e Rita Selene abordaram sobre a sanidade dos suínos. Por fim, sobre a avicultura caipira o professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Claudson Brito abordou sobre a produção e o Médico Veterinário da Emdagro, Emerson Sales, falou sobre sanidade avícola
beneficiário, haja vista que os instrutores que ministraram o referido curso possuem amplos conhecimentos teóricos e práticos nos seus ramos de atividade, que a suinocultura, avicultura e ovinocultura”, destacou.