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Objetivo é conscientizar produtores sobre a importância do registro no CRMV-SE para adequação à legislação e oferecer mais segurança na qualidade do produto que chega ao consumidor
Reunião reforça integração entre órgãos e setor produtivo na manutenção do status de zona livre da Febre Aftosa
Em reunião ocorrida na última terça, dia 05, entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e a Federação da Agricultura de Sergipe (Faese) foram discutidos os resultados obtidos na primeira está da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa, ocorrida em maio deste ano. A análise faz parte das ações do Plano Estratégico do Programa de Vigilância para a doença e tem como objetivo avaliar a evolução do programa sanitário no estado e indicar quais os municípios que apresentam baixos índices de vacinação, tanto no rebanho quanto nas propriedades rurais.
De acordo com os dados apresentados pela Coordenadoria do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa da Emdagro, referente a primeira etapa da campanha contra a Febre Aftosa, alguns municípios ainda precisam melhorar o índice de vacinação. “Todos os envolvidos na no setor produtivo da pecuária em Sergipe, ou seja, todos os criadores, tem responsabilidade pela manutenção do status zona livre da Febre Aftosa do Estado. Já estamos há 26 anos sem a presença da doença em Sergipe e precisamos manter nosso índice vacinal acima dos 95% do rebanho, como preconiza o Ministério da Agricultura”, comentou a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Aparecida Andrade.
A diretora ressaltou ainda a importância do engajamento de todos para que o Estado possa reivindicar, num futuro próximo, o reconhecimento como status de zona livre da doença sem vacinação. “É fundamental o alinhamento de estratégias em conjunto com o setor produtivo e o comprometimento desse setor com uma maior participação nas ações de Defesa Sanitária, através de ações como o cadastro agropecuário, emissão de guia de trânsito animal, a importância da notificação de doenças, concurso público, fundo de emergência, dentre outros assuntos, como também estratégias para implantação de nova ações da Defesa Agropecuária em Sergipe”, enfatizou.
Segundo o Superintendente Federal de Agricultura em Sergipe, Haroldo Araújo Filho, que também participou da reunião, as ações de fiscalização têm o foco na defesa do produtor rural, garantindo segurança ao rebanho. Já o presidente do Sistema Faese/Senar, Ivan Sobral, reconhece que a vacinação, assim como sua declaração junto à Emdagro, por parte de todos os produtores, é a única ferramenta capaz de atingir as exigências dos órgãos de fiscalização de forma a garantir o status de área livre da Febre Aftosa sem vacinação”.
O evento contou, também, com a participação do Coordenador de Defesa Animal da Emdagro, Émerson Sales, a responsável pelo PNEFA/Emdagro Adriana Frias, representantes da Superintendência Federal de Agricultura em Sergipe, Vera Minan e André Barreto, dos técnicos da Faese Célio Dantas e Samara Fagundes, e o representante do Senar, Dênio Leite.
Além de contribuir para o desenvolvimento de variedades mais resistentes a pragas e mais produtivas, vai contribuir para a diversificação da fruticultura
A Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), por meio da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe
(Emdagro), implantou, em Boquim, uma unidade demonstrativa da cultura da banana. São cinco variedades em observação com objetivo de alcançar plantas mais produtivas e que sejam tolerantes a doenças.
A área experimental instalada equivale a 1,1 hectare e está localizada no povoado Punga, distante sete quilômetros da sede do município na propriedade do produtor Jéferson Júnior dos Santos. São 1.408 plantas distribuídas entre as variedades Banana Princesa, Banana da Terra Pacova, Banana Prata Pacoua, Banana Prata Gurutuba, Banana Prata Catarina.
De acordo com o secretário de Estado da Agricultura, Zeca da Silva, essa ação do Governo de Sergipe também contribui para a diversificação da fruticultura na região sul e para aumentar a produção do fruto. “Além de contribuir para o desenvolvimento de variedades mais resistentes a pragas e mais produtivas, essa iniciativa importante, implementada pela Emdagro, vai contribuir para a diversificação da fruticultura, visto que com a redução da área cultivada com laranja na região sul, esta pode ser mais uma alternativa econômica para os produtores”, pontua o secretário.
A responsabilidade técnica de implementação da unidade experimental é da Emdagro, que fornece as mudas e faz orientação técnica desde o plantio, aplicação de adubos e outros insumos, passando pelo desenvolvimento da planta até a colheita. A área é acompanhada de perto pelo engenheiro agrônomo e chefe da unidade regional da Emdagro em Boquim, Luiz Fernando de Oliveira, e pelo técnico e chefe local da empresa, Joetôneo Ferreira Neves. “É importante destacar que as variedades de banana têm um bom material genético que foram fornecidos pela Biofábrica do Sergipetec. A implantação de uma unidade produtiva com mudas de boa qualidade é um passo importante para se obter resultados positivos”, disse o técnico.
“A grande expectativa da Emdagro é de que ao longo de 18 meses, período de observação até a colheita, a área deixe de ser uma unidade de observação e passe a ser uma área de demonstração, replicando a experiência para centenas de produtores em todo o estado. O objetivo é doar as mudas de melhor qualidade, aprovadas na resistência às pragas e com boa produtividade e levar a tecnologia para o maior número de produtores”, complementou Ferreira Neves.
O produtor de bananas, José Cardoso da Hora, com o plantio de três tarefas de bananeiras no povoado Olhos D’água, em Boquim, é um dos que querem receber as novas variedades de banana. Ele conta que foi beneficiado pelo governo Estadual com o Programa de Avaliação da Fertilidade de Solos, que visa elevar a capacidade da produção agropecuária de forma sustentável ao pequeno produtor. “Os técnicos da Emdagro estiveram aqui, levaram amostra do solo e já me orientaram como fazer a adubação correta e como corrigir a acidez do solo. Isso vai ajudar muito na minha produção e, mais ainda, quando receber as novas mudas de bananeira”, contou José Cardoso.
Ele acrescentou que tem preferência pela variedade de Banana da Terra por ter melhor valor comercial. “Mesmo com essa variedade que já planto há muitos anos, consigo vender cerca de 400 bananas por semana, e tiro R$ 50,00 por um cento da Banana da Terra, já a Prata de R$ 8,00 a R$ 10,00 o cento. A banana-maçã também é bastante valorizada”, explica o produtor.
Produção de banana em Sergipe
Segundo dados do “Perfil da Agricultura em Sergipe 2019”, publicado pelo Observatório de Sergipe, a cultura da banana está entre os dez produtos agrícolas mais importantes do estado. Segundo esse documento, entre 2018 (22.859 toneladas) e 2019 (25.032 toneladas) houve um crescimento de 10% na produção. Com crescimento de 12% no valor de produção no comparativo de 2018 (R$ 27.952.000,00) e 2019 (R$ 31.205.000,00) dentre as culturas permanentes. Mesmo assim, a produção não atende à demanda estadual do fruto, necessitando comprar em outros estados do Nordeste.
Matéria produzida pela ASCOM/SEAGRI
Na manhã da última segunda feira (27), representantes da Universidade Tiradentes (Unit) estiveram reunidos com o diretor administrativo financeiro Anderson Defon, com o coordenador do setor de recursos humanos, Carlos Alberto Torres e assessores. Na pauta estava a assinatura de um convênio de cooperação mútua de difusão de oportunidade de estágio e emprego para alunos e egressos, além de proporcionar aos funcionários e seus agregados o acesso a curso de graduação e pós graduação com descontos que variam dos 5% acumulativos na modalidade graduação e 15% na modalidade pós graduação.
“Essa parceria entre a Emdagro e a Universidade Tiradentes permite aos estagiários adquirirem experiências no campo que escolheram para sua formação profissional e aos nossos servidores o acesso à cursos de graduação e pós-graduação, podendo, assim, seguirem no caminho da sua qualificação profissional”, frisou o Diretor Administrativo e Financeiro da Emdagro, Anderson Defon, que, na ocasião, recebeu em nome da Emdagro o Certificado de Empresa Conveniada.
Visando dar celeridade ao processo de regularização dos laticínios de pequeno porte, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), através da Diretoria de Defesa Animal e Vegetal, discutiu com a Comissão de Fiscalização do Conselho Regional de Medicina Veterinária – Sessão Sergipe (CRMV-SE), o papel dos profissionais médicos veterinários como responsáveis técnicos e o registro de estabelecimentos de laticínios, ambos pelo Conselho.
Visando beneficiar a cadeia produtiva da citricultura, o Governo de Sergipe realizou a recuperação de viveiros para produção da borbulha de citros. A tecnologia aplicada utiliza pequenos brotos retirados de galhos de frutas cítricas isentas de doenças para produzir mudas de alta qualidade com certificação do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. A unidade produtiva fica no Centro de Treinamento da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), localizado no município de Boquim. A produção de mudas e posterior distribuição aos citricultores atenderá os 14 municípios que compõem a região citrícola estadual: Arauá, Boquim, Cristinápolis, Estância, Itaporanga, Indiaroba, Itabaianinha, Lagarto, Pedrinhas, Riachão do Dantas, Salgado, Santa Luzia, Tomar do Geru e Umbaúba.
Nossos produtores têm expertise e o governo está ajudando na revitalização dos pomares. Estamos investindo R$ 150 mil agora em 2021 na recuperação de viveiros telados para produção de borbulhas visando atender os produtores dos municípios da região citrícola. Além disso, estes municípios estão incluídos no Programa de Avaliação de Análise de Solo, no qual o Governo do Estado também injetou R$ 126 mil, com o objetivo de identificar a capacidade que o solo tem de prover os nutrientes para plantas, garantindo a melhoria da produtividade das culturas”, destacou o secretário.
O Engenheiro da Emdagro explica ainda que, com maior ciclo de períodos quentes, Sergipe leva vantagem em relação aos estados do sul do Brasil no processo de produção de mudas cítricas. “Enquanto eles passam por um ciclo de um ano e meio para produzir mudas, nós produzimos em 300 dias. Isso porque no período de enxertia da planta precisa de água e calor, então como aqui no Nordeste a incidência de calor é maior, levamos vantagem”. O técnico agrícola e coordenador local da Emdagro, Joetôneo Ferreira Neves, explica o processo de produção das mudas. “Nós fornecemos para o produtor tanto a semente de Limão Cravo Santa Cruz para produção do porta-enxerto como também agora com as borbulhas para produção das mudas, tudo com certificação do Ministério da Agricultura”.
O exemplo do viveirista
Produção Agrícola publicado pelo IBGE no último dia 9 de setembro.
Mapear os principais aspectos que permeiam as atividades das casas de farinha, esse foi o objetivo da reunião, ocorrida no início da semana, em Aracaju, entre técnicos da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) para a elaboração de um diagnóstico on-line preciso sobre as formas de organização para a produção e comercialização, gestão e controle social, participação do gênero feminino nas atividades de produção e na organização social, seguridade social prestada aos trabalhadores e a utilização de equipamentos de proteção individual de trabalhadores das casas de farinha.
contempladas, a escolha da equipe com 18 técnicos, definição da metodologia de aplicação e, por último, discussão e legitimação do diagnóstico com previsão para concluir no final de novembro deste ano. “Após a aplicação, entraremos na fase de desdobramento do diagnóstico rápido participativo, com as fases de organização das informações coletadas, sistematização, restituição da sistematização para os trabalhadores rurais, elaboração de planos de ação e, ainda, construção de um artigo para publicação, considerando todas as fases e resultados do processo”, frisou Abeaci.
A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) realizou, nos dias 21 e 23, no Centro de Desenvolvimento de Tecnologias em Agricultura Sustentável de Itabaiana, agreste sergipano, um curso de atualização em agroecologia e agricultura orgânica destinado a agricultores familiares que já trabalham na linha orgânica ou que estão dando os primeiros passos na produção sustentável. O curso faz parte de um convênio entre a Emdagro a o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que prevê, além desse, mais 17 cursos de capacitação até novembro, beneficiando ao todo 221 técnicos da empresa e 160 agricultores familiares no estado.
que dá muito certo, daí estou tentando convencer meu pai a fazer a transição do cultivo tradicional para o agroecológico, porque o uso de agrotóxicos é muito prejudicial para a nossa saúde e para a população que consome, e neste curso de agroecologia que a Emdagro está promovendo vim aprender novos manejos, sobre como mudar a forma de cultivo para uma produção mais sustentável e sobre os insumos orgânicos”, reforçou.
seguir, os pesquisadores da Emdagro, Marcelo Mendonça e Eliana Passos trataram sobre bioinsumos: classificação dos agentes biológicos, microbiológicos e macrobiológicos, fazendo, ao final do dia, uma prática de reconhecimento de fungos e bactérias patogênicas e benéficas retiradas do solo e, ainda, apresentando para os presentes os organismos micro e macrobiologicos utilizados no controle de pragas, a prática de aplicação e liberação, as fases de produção, predadores e parastóides, a fim de que sejam diferenciados e preservados devido ao papel de controle de pragas das lavouras que exercem na natureza.
experiências na região com a criação da OCS, da Cooperativa COOPERSUS e a respectiva criação do SPG /OPAC em processo de reconhecimento pelo MAPA. A participação e o envolvimento do público foi notável, o que demonstrou a satisfação de todos com os conteúdos e a troca de conhecimentos durante os dois dias. Ao final, foram entregues certificados a todos e servido um lanche de confraternização e encerramento.
O Governo de Sergipe já começou as tratativas com os municípios do Alto Sertão Sergipano para o planejamento e execução do Programa Amiga – Pró-Sertão Bacia Leiteira, que terá início em dezembro deste ano. Nesta segunda-feira (20), a Secretaria de Estado da Inclusão e Assistência Social – SEIAS e a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe – Emdagro reuniram-se, em Nossa Senhora da Glória, com gestores municipais de Agricultura e da Assistência Social dos municípios do território. O Pró-Sertão tem o intuito de mitigar os efeitos da seca na cadeia produtiva do leite e deve beneficiar até 3.700 famílias sergipanas.

Texto: Ascom SEIAS
A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) deu início, nesta semana, à quarta etapa do Programa de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), com a realização de diagnósticos de gestação das mais de 885 vacas leiteiras. Os exames acontecem em cinco municípios (Poço Redondo, Monte Alegre e N.S. da Glória, Feira Nova e Gararu) de um total de quinze contemplados com o programa, que é desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri), para o fortalecimento da pecuária leiteira e melhoramento genético do rebanho sergipano.
O trabalho vem sendo realizado por técnicos contratados pela Emdagro no intuito de verificar o índice de prenhez das vacas que foram inseminadas no último dia 13 de setembro deste ano, quando do início do projeto nos respectivos municípios. As etapas consistem em diagnóstico ginecológico e protocolo hormonal, retirada das esponjas com hormônio, inseminação propriamente dita e diagnóstico de gestação, esta última representando a quarta etapa do processo. “Nesta quarta fase o exame é feito através de ultrassonografia, cujo diagnóstico efetuado nestes 5 municípios apontou um índice de gestação de 42,2 %, o que é considerado satisfatório por representar que as vacas responderam muito bem ao processo de inseminação dos sêmens dos touros selecionados geneticamente”, comentou a coordenadora de Pecuária da Emagro, Izildinha Aparecida de Carvalho Dantas.
IATF
A caderneta agroecológica é uma ferramenta metodológica que tem por objetivo dar maior visibilidade ao trabalho das mulheres do campo e valorizar os quintais produtivos através de registros de sua produção agrícola ou não agrícola – como é o caso da produção artesanal. Nesta semana, técnicos da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) promoveram uma roda de conversa com as trabalhadoras rurais do Assentamento Florestan Fernandes, do Município de Canindé de São Francisco, Alto Sertão sergipano, para apresentar a ferramenta e iniciar a implementação da metodologia na comunidade.
relevância da participação econômica das mulheres na renda mensal familiar e na segurança alimentar e nutricional das famílias. A metodologia utilizada pela assistência técnica do projeto mostrou-se capaz de revelar o impacto econômico monetário e não monetário produzido pelas agricultoras, que utilizam a Caderneta para anotar diariamente tudo que trocam, doam, consomem e vendem. “Ela é o processo de sistematização das anotações efetuadas pelas mulheres, pois é a partir dessa ação que serão demandadas ações articuladas que permitirão a formação de uma base mais sustentável de desenvolvimento no campo”, explicou a assessora do Programa de Organização e Desenvolvimento Social da Emdagro, Abeaci dos Santos.
finas, verduras e ainda criam pequenos animais, como aves para a produção de ovos; e cada agricultora faz o registro em sua caderneta de tudo o que consome, doa e vende, avaliando seu esforço como trabalhadora rural e a importância econômica do seu trabalho para a família, como fruto da exploração dos quintais produtivos que são entendidos como sistemas de produção de diversas espécies”, detalhou Abaeci.