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Fiscais agropecuários seguem orientando trabalhadores rurais sobre EPI´s e descarte de embalagens vazias
Com o objetivo de conhecer as experiências bem sucedidas de Sistemas Produtivos Participativos de Garantias e trocar conhecimentos sobre atividades de produção agroecológica, beneficiamento e comercialização, sete pequenos produtores rurais e seis técnicos da Empresa de Desenvolvimentos Agropecuário de Sergipe (Emdagro) embarcaram, na manhã desta terça-feira (19), rumo ao município de Amargosa, Centro-Sul do Estado da Bahia, para participarem de um intercâmbio sobre agroecologia.
O intercâmbio, que é fruto do Convênio entre Emdagro e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ocorre no período de 19 a 23 deste mês. O grupo sergipano será recepcionado por agricultores da Associação Agroecológica Jaqueira que apresentará toda a expertise desenvolvida na área da produção orgânica. Na programação, farão visitas à propriedades rurais, ao Centro de Distribuição de Jaqueira, à Produção Agroflorestal Açai e participarão de palestras sobre energia solar e agroecologia natural, de rodas de conversas sobre certificação participativa e de uma oficina sobre o plantio de árvores.
“Esse intercâmbio faz parte do trabalho que a Emdagro já vem desenvolvendo junto a esses agricultores orgânicos no Estado, como forma de ampliar seus conhecimentos e verificarem na prática as experiências exitosas que vem sendo desenvolvidas em outros estados, além de cursos sobre agroecologia e a própria assistência técnica e extensão rural que a empresa faz junto aos agricultores que optaram em trabalhar na linha agroecológica”, frisou o Assessor da Presidência e Gestor do Convênio, Godofredo Albuquerque.
Para o chefe do escritório local da Emdagro em Monte Alegre de Sergipe, Márcio Conceição de Santana, o intercâmbio é uma ótima oportunidade de renovar conhecimentos. “A expectativa é muito boa de podermos trocar experiências com agricultores que vem tendo sucesso no cultivo agroecológico. Principalmente, porque conosco estão indo agricultores que já cultivam na linha orgânica a um bom tempo e outros que estão dando os primeiros passos e lá em Amargosa,, na Bahia, conheceremos plantios agroecológicos, visitaremos feiras, debateremos sobre produção e comercialização desses produtos. Será enriquecedor esse intercâmbio”, definiu ele.
O projeto visa a capacitação de 100 produtores, 60 tratoristas e técnicos de 8 municípios do semiárido sergipano
Responsável pelo aumento da produtividade, eficiência e qualidade do plantio, a mecanização agrícola tem proporcionado ao agricultor maior facilidade na hora do manejo e manutenção das lavouras. Com esse foco, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) vem promovendo, desde o mês de setembro, Dias de Campo sobre Mecanização Agrícola, utilizando técnicas de conservação de solo. As ações são fruto do Projeto BRA/14/G32 – Manejo do uso sustentável da terra no semiárido do Nordeste brasileiro – Sergipe, financiado com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF – sigla em inglês), que prevê a implementação de ações de reversão da degradação da terra (DT) no estado, replicáveis para a região do Semiárido nordestino.
Os eventos de capacitação vêm ocorrendo em várias propriedades de agricultores do alto sertão sergipano. Em uma delas, a do agricultor José Alves Santos, localizada no município de Poço Redondo, a 174 km distante da capital Aracaju, contou com a participação de 23 “treinandos” produtores, técnicos e tratoristas. Ao todo, o Projeto vai contemplar a realização de 7 capacitações de dois dias cada. Já foram realizados dois desses eventos e estão por vir mais 5 Dias de Campo, totalizando a capacitação de 100 produtores, 60 tratoristas e 20 técnicos nos municípios de Poço Redondo, Porto da Folha, Monte Alegre, N. S. da Glória, Gararu, Itabi e N.S. de Lourdes e Canindé.
“Será realizado, ainda, o preparo mecanizado de solo num total de 100 hectares utilizando práticas conservacionistas nas propriedades dos 100 produtores capacitados, com fornecimento de insumos (fertilizantes químicos e raquetes de palma) e o plantio de 50 hectares de palma da variedade orelha de elefante mexicana nas áreas preparadas, na perspectiva de mitigar os processos de erosão e de desertificação iniciados, incentivando, assim, a mudança de comportamento através da adoção das práticas sustentáveis, contribuindo para a conservação do solo e a sustentabilidade da região”, comentou a Assessora de Agroecologia da Emdagro, Elizabeth Denise Campos.
Ainda, segundo ela, as propriedades beneficiadas serão acompanhadas posteriormente pelos técnicos da Emdagro da região, a fim de avaliar os efeitos e impactos das práticas conservacionistas sobre a produção agrícola ao longo do tempo, bem como o nível de adoção e de replicação dessas práticas pelos produtores e tratoristas da região.
Para o agricultor José Roberto de Souza, que participou do Dia de Campo, o pequeno e médio produtor só tem a ganhar. “A gente só tem a ganhar com esse curso, porque além do conhecimento adquirido a gente já recebe a terra arada, cultivada com plantio da palma, tudo por conta da Emdagro. Para a gente só vai ter melhoras. Estou aprendendo muito sobre linha de nível e o terraço, isso é novo para a gente. Também estou aprendendo como represar a água no solo, dela não bater e escorrer, mas bater e segurar, que só será possível com a técnica do terraço”, afirmou.
Objetivo é conscientizar produtores sobre a importância do registro no CRMV-SE para adequação à legislação e oferecer mais segurança na qualidade do produto que chega ao consumidor
Visando dar celeridade ao processo de regularização dos laticínios de pequeno porte, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), através da Diretoria de Defesa Animal e Vegetal, discutiu com a Comissão de Fiscalização do Conselho Regional de Medicina Veterinária – Sessão Sergipe (CRMV-SE), o papel dos profissionais médicos veterinários como responsáveis técnicos e o registro de estabelecimentos de laticínios, ambos pelo Conselho.
A reunião foi realizada na última segunda-feira (04), e contou com presença do presidente da Comissão do CRMV-SE, Urias Fagner Santos Nascimento, a diretora da Didav (Diretoria de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), Maria Aparecida Andrade, o coordenador de Inspeção, Ronaldo Cavalcante, o coordenador de Defesa Animal, Emerson Sales, e o coordenador de Desenvolvimento Rural, Ary Bomfim.
Atualmente, 52 projetos de construção ou regularização de queijarias já foram aprovados pela Coordenadoria de Inspeção da Emdagro, mas, em que pese esse quantitativo até o momento, se tem verificado um número razoável de queijeiros que não deram continuidade ao processo de construção ou adequação dos seus empreendimentos. “Por isso, se faz necessário esse trabalho de parceira da Emdagro e o CRMV-SE na fiscalização desses outros estabelecimentos para que haja a conscientização de seus proprietários sobre a importância do registro do estabelecimento no referido Conselho, considerado como procedimentos básicos na instalação e funcionamento dos laticínios”, destacou a diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Aparecida Andrade.
A diretora enfatizou ainda que esse envolvimento institucional entre os dois órgãos dará mais segurança na produção de um produto de qualidade na mesa dos sergipanos. “A Emdagro é o órgão responsável pelo Serviço de Inspeção Estadual (SIE), que atesta a qualidade dos produtos de origem animal que é consumido pela população, e é em nome dessa responsabilidade que nós vamos intensificar as fiscalizações dessas queijarias que ainda não estão regularizadas, no sentido de dar celeridade ao processo de regularização, uma vez que todos os meios e oportunidades já foram dados aos pequenos laticínios informais”, alertou Aparecida.
Segundo o presidente da Comissão de Fiscalização do CRMV-SE, Urias Fagner, a parceria entre Emdagro e o Conselho de Medicina Veterinária é muito importante no cumprimento da legislação pertinente aos laticínios de pequeno porte que não se ajustaram às leis. “É de grande importância essa parceria da Emdagro e o Conselho, no acompanhamento e fiscalização conjunta, buscando o cumprimento da regulamentação e legislação sanitária desses empreendimentos”, concluiu.
Reunião reforça integração entre órgãos e setor produtivo na manutenção do status de zona livre da Febre Aftosa
Em reunião ocorrida na última terça, dia 05, entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e a Federação da Agricultura de Sergipe (Faese) foram discutidos os resultados obtidos na primeira está da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa, ocorrida em maio deste ano. A análise faz parte das ações do Plano Estratégico do Programa de Vigilância para a doença e tem como objetivo avaliar a evolução do programa sanitário no estado e indicar quais os municípios que apresentam baixos índices de vacinação, tanto no rebanho quanto nas propriedades rurais.
De acordo com os dados apresentados pela Coordenadoria do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa da Emdagro, referente a primeira etapa da campanha contra a Febre Aftosa, alguns municípios ainda precisam melhorar o índice de vacinação. “Todos os envolvidos na no setor produtivo da pecuária em Sergipe, ou seja, todos os criadores, tem responsabilidade pela manutenção do status zona livre da Febre Aftosa do Estado. Já estamos há 26 anos sem a presença da doença em Sergipe e precisamos manter nosso índice vacinal acima dos 95% do rebanho, como preconiza o Ministério da Agricultura”, comentou a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Aparecida Andrade.
A diretora ressaltou ainda a importância do engajamento de todos para que o Estado possa reivindicar, num futuro próximo, o reconhecimento como status de zona livre da doença sem vacinação. “É fundamental o alinhamento de estratégias em conjunto com o setor produtivo e o comprometimento desse setor com uma maior participação nas ações de Defesa Sanitária, através de ações como o cadastro agropecuário, emissão de guia de trânsito animal, a importância da notificação de doenças, concurso público, fundo de emergência, dentre outros assuntos, como também estratégias para implantação de nova ações da Defesa Agropecuária em Sergipe”, enfatizou.
Segundo o Superintendente Federal de Agricultura em Sergipe, Haroldo Araújo Filho, que também participou da reunião, as ações de fiscalização têm o foco na defesa do produtor rural, garantindo segurança ao rebanho. Já o presidente do Sistema Faese/Senar, Ivan Sobral, reconhece que a vacinação, assim como sua declaração junto à Emdagro, por parte de todos os produtores, é a única ferramenta capaz de atingir as exigências dos órgãos de fiscalização de forma a garantir o status de área livre da Febre Aftosa sem vacinação”.
O evento contou, também, com a participação do Coordenador de Defesa Animal da Emdagro, Émerson Sales, a responsável pelo PNEFA/Emdagro Adriana Frias, representantes da Superintendência Federal de Agricultura em Sergipe, Vera Minan e André Barreto, dos técnicos da Faese Célio Dantas e Samara Fagundes, e o representante do Senar, Dênio Leite.
Além de contribuir para o desenvolvimento de variedades mais resistentes a pragas e mais produtivas, vai contribuir para a diversificação da fruticultura
A Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), por meio da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe
(Emdagro), implantou, em Boquim, uma unidade demonstrativa da cultura da banana. São cinco variedades em observação com objetivo de alcançar plantas mais produtivas e que sejam tolerantes a doenças.
A área experimental instalada equivale a 1,1 hectare e está localizada no povoado Punga, distante sete quilômetros da sede do município na propriedade do produtor Jéferson Júnior dos Santos. São 1.408 plantas distribuídas entre as variedades Banana Princesa, Banana da Terra Pacova, Banana Prata Pacoua, Banana Prata Gurutuba, Banana Prata Catarina.
De acordo com o secretário de Estado da Agricultura, Zeca da Silva, essa ação do Governo de Sergipe também contribui para a diversificação da fruticultura na região sul e para aumentar a produção do fruto. “Além de contribuir para o desenvolvimento de variedades mais resistentes a pragas e mais produtivas, essa iniciativa importante, implementada pela Emdagro, vai contribuir para a diversificação da fruticultura, visto que com a redução da área cultivada com laranja na região sul, esta pode ser mais uma alternativa econômica para os produtores”, pontua o secretário.
A responsabilidade técnica de implementação da unidade experimental é da Emdagro, que fornece as mudas e faz orientação técnica desde o plantio, aplicação de adubos e outros insumos, passando pelo desenvolvimento da planta até a colheita. A área é acompanhada de perto pelo engenheiro agrônomo e chefe da unidade regional da Emdagro em Boquim, Luiz Fernando de Oliveira, e pelo técnico e chefe local da empresa, Joetôneo Ferreira Neves. “É importante destacar que as variedades de banana têm um bom material genético que foram fornecidos pela Biofábrica do Sergipetec. A implantação de uma unidade produtiva com mudas de boa qualidade é um passo importante para se obter resultados positivos”, disse o técnico.
“A grande expectativa da Emdagro é de que ao longo de 18 meses, período de observação até a colheita, a área deixe de ser uma unidade de observação e passe a ser uma área de demonstração, replicando a experiência para centenas de produtores em todo o estado. O objetivo é doar as mudas de melhor qualidade, aprovadas na resistência às pragas e com boa produtividade e levar a tecnologia para o maior número de produtores”, complementou Ferreira Neves.
O produtor de bananas, José Cardoso da Hora, com o plantio de três tarefas de bananeiras no povoado Olhos D’água, em Boquim, é um dos que querem receber as novas variedades de banana. Ele conta que foi beneficiado pelo governo Estadual com o Programa de Avaliação da Fertilidade de Solos, que visa elevar a capacidade da produção agropecuária de forma sustentável ao pequeno produtor. “Os técnicos da Emdagro estiveram aqui, levaram amostra do solo e já me orientaram como fazer a adubação correta e como corrigir a acidez do solo. Isso vai ajudar muito na minha produção e, mais ainda, quando receber as novas mudas de bananeira”, contou José Cardoso.
Ele acrescentou que tem preferência pela variedade de Banana da Terra por ter melhor valor comercial. “Mesmo com essa variedade que já planto há muitos anos, consigo vender cerca de 400 bananas por semana, e tiro R$ 50,00 por um cento da Banana da Terra, já a Prata de R$ 8,00 a R$ 10,00 o cento. A banana-maçã também é bastante valorizada”, explica o produtor.
Produção de banana em Sergipe
Segundo dados do “Perfil da Agricultura em Sergipe 2019”, publicado pelo Observatório de Sergipe, a cultura da banana está entre os dez produtos agrícolas mais importantes do estado. Segundo esse documento, entre 2018 (22.859 toneladas) e 2019 (25.032 toneladas) houve um crescimento de 10% na produção. Com crescimento de 12% no valor de produção no comparativo de 2018 (R$ 27.952.000,00) e 2019 (R$ 31.205.000,00) dentre as culturas permanentes. Mesmo assim, a produção não atende à demanda estadual do fruto, necessitando comprar em outros estados do Nordeste.
Matéria produzida pela ASCOM/SEAGRI
Na manhã da última segunda feira (27), representantes da Universidade Tiradentes (Unit) estiveram reunidos com o diretor administrativo financeiro Anderson Defon, com o coordenador do setor de recursos humanos, Carlos Alberto Torres e assessores. Na pauta estava a assinatura de um convênio de cooperação mútua de difusão de oportunidade de estágio e emprego para alunos e egressos, além de proporcionar aos funcionários e seus agregados o acesso a curso de graduação e pós graduação com descontos que variam dos 5% acumulativos na modalidade graduação e 15% na modalidade pós graduação.
“Essa parceria entre a Emdagro e a Universidade Tiradentes permite aos estagiários adquirirem experiências no campo que escolheram para sua formação profissional e aos nossos servidores o acesso à cursos de graduação e pós-graduação, podendo, assim, seguirem no caminho da sua qualificação profissional”, frisou o Diretor Administrativo e Financeiro da Emdagro, Anderson Defon, que, na ocasião, recebeu em nome da Emdagro o Certificado de Empresa Conveniada.
Visando coibir a venda e o uso indiscriminado de agrotóxicos, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) segue intensificando as fiscalizações em comércios de agrotóxicos e propriedades rurais cujo produtores fazem uso desses produtos em suas lavouras. A atuação dos fiscais da Coordenadoria de Insumos Agropecuários da empresa se dá, sobretudo, no combate à venda clandestina, ao comércio do produto sem receita agronômica e de produtos fracionados, em pontos identificados.

Visando beneficiar a cadeia produtiva da citricultura, o Governo de Sergipe realizou a recuperação de viveiros para produção da borbulha de citros. A tecnologia aplicada utiliza pequenos brotos retirados de galhos de frutas cítricas isentas de doenças para produzir mudas de alta qualidade com certificação do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. A unidade produtiva fica no Centro de Treinamento da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), localizado no município de Boquim. A produção de mudas e posterior distribuição aos citricultores atenderá os 14 municípios que compõem a região citrícola estadual: Arauá, Boquim, Cristinápolis, Estância, Itaporanga, Indiaroba, Itabaianinha, Lagarto, Pedrinhas, Riachão do Dantas, Salgado, Santa Luzia, Tomar do Geru e Umbaúba.
Nossos produtores têm expertise e o governo está ajudando na revitalização dos pomares. Estamos investindo R$ 150 mil agora em 2021 na recuperação de viveiros telados para produção de borbulhas visando atender os produtores dos municípios da região citrícola. Além disso, estes municípios estão incluídos no Programa de Avaliação de Análise de Solo, no qual o Governo do Estado também injetou R$ 126 mil, com o objetivo de identificar a capacidade que o solo tem de prover os nutrientes para plantas, garantindo a melhoria da produtividade das culturas”, destacou o secretário.
O Engenheiro da Emdagro explica ainda que, com maior ciclo de períodos quentes, Sergipe leva vantagem em relação aos estados do sul do Brasil no processo de produção de mudas cítricas. “Enquanto eles passam por um ciclo de um ano e meio para produzir mudas, nós produzimos em 300 dias. Isso porque no período de enxertia da planta precisa de água e calor, então como aqui no Nordeste a incidência de calor é maior, levamos vantagem”. O técnico agrícola e coordenador local da Emdagro, Joetôneo Ferreira Neves, explica o processo de produção das mudas. “Nós fornecemos para o produtor tanto a semente de Limão Cravo Santa Cruz para produção do porta-enxerto como também agora com as borbulhas para produção das mudas, tudo com certificação do Ministério da Agricultura”.
O exemplo do viveirista
Produção Agrícola publicado pelo IBGE no último dia 9 de setembro.
Mapear os principais aspectos que permeiam as atividades das casas de farinha, esse foi o objetivo da reunião, ocorrida no início da semana, em Aracaju, entre técnicos da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) para a elaboração de um diagnóstico on-line preciso sobre as formas de organização para a produção e comercialização, gestão e controle social, participação do gênero feminino nas atividades de produção e na organização social, seguridade social prestada aos trabalhadores e a utilização de equipamentos de proteção individual de trabalhadores das casas de farinha.
contempladas, a escolha da equipe com 18 técnicos, definição da metodologia de aplicação e, por último, discussão e legitimação do diagnóstico com previsão para concluir no final de novembro deste ano. “Após a aplicação, entraremos na fase de desdobramento do diagnóstico rápido participativo, com as fases de organização das informações coletadas, sistematização, restituição da sistematização para os trabalhadores rurais, elaboração de planos de ação e, ainda, construção de um artigo para publicação, considerando todas as fases e resultados do processo”, frisou Abeaci.
A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) realizou, nos dias 21 e 23, no Centro de Desenvolvimento de Tecnologias em Agricultura Sustentável de Itabaiana, agreste sergipano, um curso de atualização em agroecologia e agricultura orgânica destinado a agricultores familiares que já trabalham na linha orgânica ou que estão dando os primeiros passos na produção sustentável. O curso faz parte de um convênio entre a Emdagro a o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que prevê, além desse, mais 17 cursos de capacitação até novembro, beneficiando ao todo 221 técnicos da empresa e 160 agricultores familiares no estado.
que dá muito certo, daí estou tentando convencer meu pai a fazer a transição do cultivo tradicional para o agroecológico, porque o uso de agrotóxicos é muito prejudicial para a nossa saúde e para a população que consome, e neste curso de agroecologia que a Emdagro está promovendo vim aprender novos manejos, sobre como mudar a forma de cultivo para uma produção mais sustentável e sobre os insumos orgânicos”, reforçou.
seguir, os pesquisadores da Emdagro, Marcelo Mendonça e Eliana Passos trataram sobre bioinsumos: classificação dos agentes biológicos, microbiológicos e macrobiológicos, fazendo, ao final do dia, uma prática de reconhecimento de fungos e bactérias patogênicas e benéficas retiradas do solo e, ainda, apresentando para os presentes os organismos micro e macrobiologicos utilizados no controle de pragas, a prática de aplicação e liberação, as fases de produção, predadores e parastóides, a fim de que sejam diferenciados e preservados devido ao papel de controle de pragas das lavouras que exercem na natureza.
experiências na região com a criação da OCS, da Cooperativa COOPERSUS e a respectiva criação do SPG /OPAC em processo de reconhecimento pelo MAPA. A participação e o envolvimento do público foi notável, o que demonstrou a satisfação de todos com os conteúdos e a troca de conhecimentos durante os dois dias. Ao final, foram entregues certificados a todos e servido um lanche de confraternização e encerramento.