Emdagro vem atuando a partir do Programa de Defesa Sanitária Animal no intuito de garantir as atividades agropecuárias e a segurança alimentar da população

Desde 1º de maio, Sergipe vem realizando a campanha de vacinação contra a Febre Aftosa do ano de 2023. Nesta primeira etapa, deverão ser vacinados bovinos e bubalinos de todas as faixas etárias, o que corresponde a 1,3 milhão de animais. A ação faz parte de um esforço do Governo de Sergipe para garantir a sanidade do rebanho sergipano. Além da campanha de vacinação, o Estado vem atuando a partir do Programa de Defesa Sanitária Animal no intuito de garantir as atividades agropecuárias e a segurança alimentar da população.
As atividades, desenvolvidas pela Secretaria de Estado da Agricultura do Desenvolvimento Agrário e Pesca, por meio da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), buscam prevenir, controlar ou erradicar doenças capazes de provocar danos econômicos às criações e seus produtos, especialmente àqueles que detêm importância econômica e social para o estado.
Em relação à febre aftosa, estão previstas duas campanhas para vacinação de bovinos e bubalinos em 2023. A primeira etapa acontece de 1º até 31 de maio. Já a segunda etapa será realizada no mês de novembro. As vacinas podem ser compradas pelos criadores até o dia 31 de maio, nas revendas autorizadas pelo Ministério da Agricultura e pela Emdagro. Enquanto que a declaração de vacinação deve ser enviada até 10 de junho, através do sistema informatizado (Siapec3), e-mail: codea@emdagro.se.gov.br, pelo telefone (79) 9 9191-4341 ou no Escritório da Emdagro.

A diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Aparecida Andrade, destaca que Sergipe Sergipe irá completar 28 anos, em setembro, sem a presença da febre aftosa com vacinação, e que o governo trabalha para avançar no status sem vacinação. “A gente está num processo avançado para retirada da vacina. Estamos trabalhando em várias frentes na esperança de que em 2024, a gente não vacine mais. Para isso, seremos auditados pelo Ministério da Agricultura em maio e no mês de novembro, para saber se realmente o estado está preparado para retirar essa vacina”, revelou.
Ainda segundo Aparecida, a retirada da vacina contra a Febre Aftosa depende de um esforço conjunto entre o Governo do Estado e a iniciativa privada. “O criador tem que ter esse envolvimento porque também é o maior beneficiado. Quando se tira uma vacina a economia é muito grande. Então o criador é quem ganha com isso”, afirmou.
Sérgio Santana, criador do município de Nossa Senhora das Dores, já comprou as vacinas e está aplicando nos animais. Para o pecuarista, que trabalha com a raça bovina Gunzera originária da Índia, é fundamental manter o gado saneado e livre de doenças. “Acho muito importante porque garante a saúde e segurança do animal e evita perdas”, disse o pecuarista que comercializa gado de corte para os estados da Bahia e Alagoas.

















































