O projeto foca na perspectiva agroecológica e orgânica de alunos da rede pública de ensino
A empresa alagoana dona da carga foi multada em mais de R$ 11 mil
Fiscais da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura, do Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Seagri), interceptaram, no posto de fiscalização do município de Propriá, na região do baixo São Francisco, 3.360 litros de herbicida do princípio ativo 2,4-D. A tentativa de entrada ilegal da carga de agrotóxicos foi flagrada na madrugada de terça-feira, 21. O produto vinha do estado de Alagoas e se destinava à venda direta por estabelecimento não registrado na Emdagro.
No momento da abordagem, o condutor do veículo não apresentou aos fiscais o registro para comercialização, nem tampouco o receituário agrônomo, cuja cópia deveria estar anexada às notas fiscais, e acabou sendo autuado no local. O condutor informou ainda que os agrotóxicos seriam vendidos a um produtor do município de Laranjeiras.
Após a autuação, a carga foi conduzida pelos fiscais até o estado de origem e o suposto comprador foi orientado a não receber cargas desse tipo, sob pena de envolver-se na situação irregular promovida pela loja. “Toda revenda de agrotóxicos sediada em outra unidade federativa pode, sim, comercializar diretamente seus produtos a agricultores sergipanos, desde que obtenha previamente o necessário registro regulatório para o comércio na Emdagro”, afirmou a diretora de Defesa Animal e Vegetal da empresa, Aparecida Andrade.

Tratando-se de infrações de categoria ‘Grave’, conforme preconiza o Decreto Estadual n° 22.762/2004, e tendo sido uma ação flagrante, a empresa foi autuada em R$ 11.256,00 e, após o recolhimento aos cofres públicos, a carga foi liberada para retorno à origem, com escolta em diligência empreendida pela equipe de fiscalização do posto fixo.
Em alusão ao Dia Mundial da Água, a equipe do escritório local da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), em Estância, comemorou, na última semana, a data mobilizando agricultores e agricultoras do povoado Mangabeira e arredores, em Santa Luzia do Itanhy, para um bate papo sobre a importância da Água na manutenção da vida. A reunião contou com as palestras das engenheiras agrônomas da Coordenadoria de Agricultura e Sustentabilidade Ambiental (COASAM) Elizabeth Campos e Maria Cleusa, que contextualizaram o tema à realidade do município.
O chefe do escrito em Estância, Carlos Augusto, foi quem deu início à reunião passando alguns informes e orientações aos presentes sobre DAP e CAF e apresentação dos agentes do Banco do Nordeste sobre o Programa “Mão Amiga”. Após, as engenheiras agrônomas iniciaram a fala sobre o significado da data comemorada, destacando que o primeiro contato do ser vivo com a água é durante a sua concepção e que, a partir daí, não há como sobreviver sem esse líquido.
“Foi notável a participação e o envolvimento do público nas questões colocadas e a necessidade de pensar, de forma individual e conjunta, sobre os desafios enfrentados em relação à situação dos recursos hídricos e como identificar as soluções localmente para garantir o abastecimento da comunidade”, Comentou Elisabeth Campos.
Outros assuntos relacionados, tais como a trajetória dos recursos hídricos sobre a terra e nos lençóis freáticos, a formação de rios, riachos, cacimbas e poços e a relação da água com a energia elétrica proveniente das hidrelétricas, que proporciona conforto à população, foram trazidos à tona e debatidos com os presentes a fim de serem discutidos e refletidos junto à família, vizinhos e amigos.
Além da participação dos homens e mulheres da comunidade, o evento contou com a presença do secretário da agricultura de Santa Luzia, o presidente da associação da Mangabeira e representantes do BNB.
Há 27 anos como zona livre da febre aftosa com vacinação, Sergipe agora está em vias de obter também o certificado de zona livre da doença sem vacinação. Para isso, o menor estado da federação precisa estar preparado para qualquer tipo de emergência. Diante dessa realidade, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) estará realizando, no período de 27 a 31 de março, o primeiro simulado de atendimento à suspeita de febre aftosa, com o objetivo de treinar médicos veterinários em respostas rápidas e efetivas às possíveis ameaças da doença.
O simulado conta com o apoio e metodologia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e está dividido entre aulas teóricas e práticas, que acontecerão em dois momentos. As aulas teóricas serão realizadas em Aracaju, nos dias 27 a 29 e as aulas práticas, nos dias 30 e 31, no município de Lagarto, região centro sul de Sergipe. Serão abordados temas como a implementação das ações do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNFA), a situação epidemiológica na América do Sul, os aspectos clínicos e epidemiológicos da doença no mundo e, na parte prática, um simulado de campo, em quatro propriedades já definidas.
De acordo com a diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Aparecida Andrade, o treinamento é de fundamental importância para o processo de retirada da vacina contra a febre aftosa no Estado. “O simulado tem como objetivo fortalecer os conceitos a respeito da epidemiologia, vigilância e ocorrência da febre aftosa. Também sobre os procedimentos a serem aplicados em cada uma das fases de investigação, de uma suspeita de doença vesicular, no atendimento de animais, colheita de material, biossegurança e fase de alerta dos casos suspeitos e prováveis de doença vesicular”, explicou.
O diretor-presidente da Emdagro, Gilson dos Anjos, vê com muita expectativa toda essa movimentação de retirada da obrigatoriedade da vacinação, nos próximos anos, em Sergipe. “Com a realização do simulado, o estado demostrará ao Ministério da Agricultura que estará preparado para a retirada obrigatória da vacinação contra a febre aftosa. Por meio dessa ação, teremos a oportunidade de treinar os médicos veterinários do serviço oficial da empresa, naquelas ações que devem ser tomadas, diante de uma situação real de emergência sanitária”, frisou.
O Diretor-Pesidente da Emdagro, Gilson dos Anjos, foi eleito como Vice-Presidente Nacional de Pesquisa.
Nos dias 16 e 17 de março de 2023 aconteceu a 63ª Assembleia Geral Ordinária da Associação Brasileira das Entidades de Assistência Técnica e Extensão Rural, Pesquisa Agropecuária e Regularização Fundiária (Asbraer). A finalidade foi dialogar com entidades do Governo Federal e eleição da nova diretoria da associação para o quadriênio 2023-2027.
A 63ª Assembleia da Asbraer foi um dos eventos mais prestigiados com 25 das 28 associadas presentes, além de outras que buscam associar-se, e participação do Ministério de Agricultura e Pecuária (MAPA), Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Embrapa, parlamentares e secretários de estado.
O segundo dia de assembleia foi dedicado à interação entre as associadas com eleição da nova diretoria da instituição para o quadriênio de 2023-2027. Foram apresentadas duas chapas, sendo a vencedora a chapa 1, formada por: Natalino Avance (IDR-Paraná), candidato à presidência da Asbraer; Luciano Brandão (Emater/RO), candidato à vice-presidência nacional e Gilson dos Anjos (Emdagro/SE), candidato à vice-presidência nacional de pesquisa.
Para o Conselho Fiscal ficou eleito: Cláudio Bortolini, Emater/MG, Loislene Trindade, Emater/DF e Diniz Dias, IDR-Paraná como titulares sendo Cláudio Bortolini o presidente do Conselho Fiscal e Daniel Pinto, IDAM/AM, Sandro Montenegro, Agerp/MA e Célio Haverroth, Bahiater/BA como suplentes.
As vice-presidências regionais ficaram: vice-presidente da região Centro-Oeste Renaldo Loffi (Empaer/MT) com suplência da Emater/DF, vice-presidente da região Norte Washington Ayres com suplência do IDAM/AM, vice-presidente da região Nordeste César Oliveira (Emater/RN) com suplência da Bahiater/BA, vice-presidente da região Sul Christian Lemos (Emater/RS) com suplência da Epagri/SC, vice-presidente da região Sudeste Otávio Maia (Emater/MG) com suplência da Emater-Rio. A diretora executiva da Asbraer, Mariana Matias, foi reconduzida ao cargo.
O presidente eleito da Asbraer, Natalino Avance, agradeceu a confiança e afirmou que atuará para resgatar a imagem das instituições de ATER, pesquisa e regularização fundiária. “A Asbraer vai ser fundamental nesse processo. Quer na promoção de capacitação, quer na articulação com governos e organizações internacionais, quer no diálogo com todos os atores políticos. Vamos fazer uma pauta participativa e conto com todos os estados e todas as associadas”, afirmou. Para ele, o trabalho no resgate e reconstrução da ATER Pública será o ponto-chave para os próximos anos.
Já o Vice-Presidente Nacional de Pesquisa eleito, Gilson dos Anjos, disse estar feliz por sua eleição e que é hora de desenvolver uma assistência técnica com mais qualidade. “Estamos muito felizes. Essa foi uma eleição muito disputada. Enfrentamos grandes estados concorrentes, como os Estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pernambuco e graças a uma proposta bem elaborada e bem trabalhada conseguimos o resultado da nossa eleição. Agora é hora de trabalharmos juntos com o objetivo de desenvolvermos uma assistência técnica e extensão rural de qualidade, uma pesquisa agropecuária com resultados positivos, uma regularização fundiária realmente acontecendo. Então esse foi objetivo principal de Sergipe participar de uma chapa na Asbraer para marcar seu espaço em nível nacional”, destacou Gilson.
Fonte/Foto: Asbraer
A produção da cultura em Sergipe ultrapassa a casa de 50 mil toneladas por mês
Representando sessenta e quatro por cento da produção de batata-doce do Estado, o município de Itabaiana, região agreste de Sergipe, foi palco da realização de um dia de campo sobre a cultura. O evento, promovido pela Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), em parceria com o Banco do Nordeste (BNB), Embrapa Tabuleiros Costeiros, Coderse, Secretaria Municipal de Agricultura de Italbaiana, ITPS e Sebrae, aconteceu no Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Agroecologia – CDT e contou com a participação de produtores dos municípios de Itabaiana, Moita Bonita, Malhador e Ribeirópolis. O objetivo do dia de campo, que faz parte do Programa de Desenvolvimento Territorial da Cultura da Batata-Doce (Prodeter), foi levar conhecimento sobre a raiz que representa uma alternativa de renda para o agricultor.

Na programação os agricultores presentes acompanharam palestras que versaram sobre solos e análise de solo, ministrado pelo Engenheiro Agrônomo da Emdagro Adailton dos Santos; cultivares, nutrição e adubação no sistema convencional e orgânico, palestra esta realizada pela pesquisadora da Embrapa Maria Urbana Nunes; principais doenças da cultura da batata-doce e suas formas de controle, apresentado pela Engª Agrônoma da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento Alimentar de Itabaiana Susi Alves da Silva; controle biológico de pragas e doenças, ministrado pelo pesquisador da Emdagro Marcelo Mendonça e pelo chefe do perímetro irrigado da Ribeira, Augusto César Barros; e comercialização apresentado pelo Presidente da Cooperafes de Moita Bonita, José Joelito Costa.

“Esses dias de campo são muito importantes pela troca de experiência entre produtores e pesquisadores. Nesse de hoje sobre a batata-doce apresentamos uma nova variedade da raiz – a Ipomoea batatas – que é resistente à pragas e fungos, além da ser uma alternativa de renda para o agricultor devido seu baixo custo de produção”, frisou o Diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural da Emdagro, Jean Carlos dos Santos, acrescentando que, atualmente, são mais de 600 famílias envolvidas diretamente na produção e beneficiamento da cultura.
Para a pesquisadora da Embrapa Tabuleiros Costeiros, Maria Urbana, os agricultores esperam novas esperanças no trato com a cultura da batata-doce. “Os agricultores têm muita experiência com a cultura, mas eles esperam de nós, pesquisadores, novos conhecimentos, novas esperanças, o que de melhor podemos passar para eles para que possa ser feito na prática que melhore seu sistema de produção e alavanque a cultura da batata-doce em Sergipe”, destacou.

O agricultor da comunidade Sítio Velho, município de Ribeirópolis, José Santos, que produz a raiz há duas décadas em sua propriedade de pouco mais de 15 tarefas, destacou a importância de eventos como o dia de campo. “Produzo batata-doce há mais de 20 anos, tiro aproximadamente 800 sacas da raiz por mês e, ainda assim, a gente não sabe tudo. Por isso, entendo o quanto é importante eventos como esse, porque traz para os agricultores as coisas novas que devemos utilizar para facilitar a nossa vida na lavoura”, disse.
Produção na região
A produção total da região produtora de batata-doce gira em torno de 50 mil toneladas, distribuídas em uma área de pouco mais de 2 mil hectares. Os maiores municípios produtores de batata-doce do estado são Itabaiana, que representa 64% da produção, seguido de Moita Bonita com 21,54%.

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Produção conta com apoio da assistência técnica e extensão Rural (Ater) desenvolvida pela Emdagro
Os elos do arranjo produtivo são compreendidos entre a produção, o processamento, a comercialização e a segurança alimentar. É assim que a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), desenvolvida pela Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), vem trabalhando para o engrandecimento do homem do campo. Superado os dois primeiros elos, fica a cargo da comercialização o escoamento da produção para a geração de renda das famílias rurais.
Na perspectiva da comercialização, as vendas em pontos estratégicos têm sido a alternativa para pequenos agricultores, diante da facilidade no acesso dos consumidores, bem como do seu baixo custo na disponibilidade do espaço. E quem experimenta isso na prática é o agricultor da comunidade Moita Redonda, em Aquidabã, na região do médio sertão sergipano, Deoclécio Mariano dos Santos. Juntamente com outros produtores, ele comercializa sua pequena produção no ponto de venda localizado na SE-220, mais conhecida como rodovia Governador Valadares.
Deoclécio e outros produtores vendem no local abacaxi, macaxeira, mel de abelha, hortaliças e artesanato, estes dois últimos produzidos por agricultoras da comunidade
Mocambo. Segundo informa, no local, que é um caminho com muita passagem de veículos, por ser de acesso ao alto sertão sergipano, o agricultor vende em média 200 abacaxis por dia. “Por ser o município de Aquidabã um dos maiores produtores de abacaxi do Estado, minha produção é sempre satisfatória e consigo vender o fruto ao preço médio de R$ 4,00, a unidade”, disse o agricultor.
“A gente já vinha pensando em fazer alguma coisa para vender nossos produtos. Foi quando tivemos uma palestra aqui na comunidade, com o coordenador de Comercialização da Emdagro, Wagner Brito, que abriu mais a mente dos agricultores, para os pontos estratégicos de venda da agricultura familiar”, disse o produtor rural Deoclécio, reconhecendo que a Emdagro sempre esteve entrelaçada com os agricultores da comunidade, trabalhando todos os elos do arranjo produtivo.
De passagem pelo ponto de venda, o autônomo do município de Nossa Senhora da Glória, James Barreto, considera muito mais prático parar no trajeto para comprar alguma coisa. “Passo sempre por aqui e vejo esses abacaxis na barraca e como é passagem, eu paro e compro por ser mais prático. Acho ótimo!”, comentou ele.

“Os produtores têm que entender bem da porteira para dentro da propriedade, mas não pode deixar de pensar da porteira para fora, por isso que, antes de produzir, ele tem que se organizar para que possa vender melhor seus produtos, através dos canais de comercialização”, ressaltou Wagner Brito, citando como exemplo o que está acontecendo com o ponto de venda da comunidade Moita Redonda.
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Ação acontecerá no Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Agroecologia (CDT), das 8h às 12 h, com produtores dos municípios de Itabaiana, Moita Bonita, Malhador e Ribeirópolis
A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri), realizará um ‘Dia de Campo’, no próximo dia 16 de março, no perímetro irrigado de Jacarecica I, município de Itabaiana, região Agreste do estado. A ação acontecerá no Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Agroecologia (CDT), das 8h às 12h, com produtores dos municípios de Itabaiana, Moita Bonita, Malhador e Ribeirópolis, especialmente os cadastrados no Programa de Desenvolvimento Territorial da Cultura da Batata-Doce (Prodeter).
A batata-doce (Ipomoea batatas) representa uma boa alternativa de renda para o agricultor, especialmente pelo baixo custo de produção e por apresentar ciclo curto, que propicia um fluxo regular de capital na produção.
Em Sergipe, essa cultura está distribuída em uma área de 3.292 hectares, localizada, principalmente, em Itabaiana, com 64,6% da produção, e Moita Bonita, com 21,54%. Mais de 600 famílias estão envolvidas diretamente no sistema de produção e beneficiamento da batata doce, enquanto várias outras famílias atuam na comercialização do produto, o que demonstra a importância social e econômica da cultura em Sergipe.

Durante toda a manhã do dia 16 de março serão debatidos assuntos relacionados à tecnologia de cultivos e a comercialização da batata doce, conforme programação a seguir:
8 horas – Inscrição com Equipe da Unidade Local da Emdagro, em Itabaiana.
1ª ESTAÇÃO – ABERTURA
Jean Carlos Nascimento Ferreira – Diretor Técnico da Emdagro;
Lorena Souza – Secretária de Agricultura, Pecuária e Abastecimento Alimentar; Rogério Evangelista Silva – BN – Coordenador do Prodeter da Cultura da Batata-doce.
2ª ESTAÇÃO
Solos e interpretação de análise de solos – Adailton Santos – Eng. Agrônomo da Emdagro.
3ª ESTAÇÃO
Cultivares, Nutrição e Adubação no Sistema Convencional e Orgânico
Maria Urbana Correia Nunes – Pesquisadora da Embrapa Tabuleiros Costeiros.
4ª ESTAÇÃO
Principais doenças da cultura da batata-doce e métodos de controle cultural
Susi Alves da Silva – Eng. Agrônoma da Sec. Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento Alimentar.
5ª ESTAÇÃO
Controle Biológico de pragas da cultura da batata-doce Marcelo Mendonça – Coordenador de Pesquisa da Emdagro e Augusto César Rocha Barros – Chefe do Perímetro Irrigado da Ribeira.
6ª ESTAÇÃO
Comercialização da Batata-doce
José Joelito Costa Santos – Cooperafes de Moita Bonita
7ª ESTAÇÃO – (Experimento de Batata-doce)
Avaliação do Experimento de Batata-doce (Debate e avaliação)
Waltenis Braga Silva – Extensionista da Emdagro/ Gestor do CDT da Emdagro
Fonte/Foto: Ascom Seagri
Técnicos da Emdagro levaram prática de produção de biofertilizantes e mudas de moringa para a alimentação animal
Trabalhadoras rurais do assentamento Quilombola Pirangi, localizado no município de Capela, médio sertão sergipano, participaram, na manhã da última quarta-feira (08), de um dia de prática demonstrativa de métodos agroecológicos voltados para a produção de biofertilizantes e produção de mudas com a utilização de substrato de côco. O treinamento faz parte do processo de formação continuada da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) para melhoria da qualidade de vida dos agricultores da comunidade e contou com a participação de 53 agricultoras familiares.
Na ocasião, os participantes receberam a visita da agricultora familiar do município de Nossa Senhora da Glória, Maria José de Jesus Oliveira, conhecida como Maria da Horta, que levou toda sua experiência sobre a produção de biofertilizantes e produção de mudas a partir do substrato do coco. “Essa é uma troca de experiências. Eu vim mostrar o conhecimento que adquiri com a Emdagro de como elas poderão trabalhar o solo e o controle de pragas, através da produção de biofertilizantes e do cultivo da moringa para a alimentação animal”, destacou.
Segundo o Engenheiro Agrônomo, Renato Figueiredo, a metodologia aplicada demonstrou como produzir biofertilizantes a partir do pó de rocha, esterco de vaca fresco e água, como também a produção de mudas de moringas para a alimentação dos animais. “Realizamos a prática de um bioinsumo para elaboração de um biofertilizantes foliar a ser utilizado nos cultivos do assentamento Pirangi e outra prática com o cultivo da moringa que será utilizada como alimentação alternativa proteica para compor a ração da crianção dos animais da comunidade”, disse ele.
O Agrônomo acrescentou também que nas próximas etapas novas alternativas serão aplicadas como a folha da mandioca, macaxeira, a raspa da mandioca, a própria manipueira. “É sempre dentro desse contexto que nós vamos trabalhando a comunidade, reduzindo custo e melhorando a qualidade de vida deles através dessas tecnologias agroecológicas, destacou Renato.
Para a agricultora familiar Maria Vanda Feliz de Souza, o treinamento lhe deu uma nova visão sobre a produção agroecológica. “Fiquei muito impressionada com a produção do biofertilizantes. É muito fácil de fazer e todo o material em tenho na minha propriedade. Já quanto a moringa, eu tenho mais de trinta pés em casa e aproveitar para dar para os bichos (animais) comerem”, comentou.
Ação permanente
Com esse treinamento de hoje a equipe técnica dos escritórios Central e local da Emdagro, em Nossa Senhora das Dores, já promoveram quatro encontros técnicos com a comunidade. “No primeiro dia foi feito um diagnóstico, onde foram observados os pontos positivos e negativos para se trabalhar nessas oficinas. Na segunda oportunidade, foi realizada uma prática de plantio de estacas de gliricídia, que é mais uma fonte de alimentação proteica para o animal, e foi visitada a pocilga da comunidade, que é um grande problema porque tem contaminado o meio ambiente”, esclareceu Renato.

Ao longo da semana servidoras e agricultoras foram homenageadas com temas voltados para o seu dia
As comemorações em homenagem do Dia Internacional da Mulher aconteceram ao longo dessa semana com atividades voltadas para as servidoras da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e as agricultoras assistidas pelos escritórios locais dos municípios Nossa Senhora das Dores, Ribeirópolis e Canindé do São Francisco.
No escritório central da empresa, o diretor-presidente Gilson dos Anjos e a Diretora de Defesa Animal e Vegetal, Aparecida Andrade, reuniram as servidoras no auditório onde receberam manifestações de carinho e um botão de rosa, como forma representativa da força da sensibilidade feminina, no desenvolvimento dos trabalhos voltados para os agricultores do estado.
“Hoje no Dia Internacional da Mulher queremos celebrar as mulheres incríveis em nossa empresa e em todo mundo. Agradecemos por sua dedicação, talento e liderança, e nos comprometemos a trabalhar para a igualdade dentro do nosso ambiente de trabalho”, comentou o presidente Gilson.

No município de Capela, o escritório local de Nossa Senhora das Dores, em parceria com a equipe de Ater do escritório central, promoveram um dia de demonstração de métodos para a produção alternativa de ração para animais e elaboração de bioinsumos. Já nos municípios de São Miguel do Aleixo e Canindé do São Francisco, os técnicos da Emdagro homenagearam as trabalhadoras rurais com reuniões que enalteceram a força da mulher, reforçando que elas são agentes de mudança onde quer que estejam.
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Com o objetivo de continuar fortalecendo parcerias na busca por uma alimentação mais saudável nos espaços escolares do campo e da cidade, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e a Prefeitura Municipal de Riachão do Dantas lançaram, no último dia 23, na Escola Municipal Abdias Oliveira, na comunidade Vivaldo, naquele município, o Projeto Cultivando Hortas com a participação das equipes técnicas da Emdagro de Riachão do Dantas, Lagarto e Aracaju, representantes das Secretarias Municipal de Agricultura e da Educação, além de professores, alunos e nutricionistas.











