Neste 8 de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, muito tem o que se destacar pelo protagonismo da mulher no desenvolvimento do setor agrícola, em Sergipe. Além do cuidado com a família, elas se destacam na produção de alimentos, na criação de animais, produção de artesanato, no plantio desde a semeadura até a colheita de forma sustentável e ainda são exemplos como guardiãs da biodiversidade. As mulheres trabalhadoras rurais também têm conquistado maior visibilidade e reconhecimento de seu papel na segurança da renda familiar.
O trabalho permanente de assistência técnica e extensão rural desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, do Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri) e de sua vinculada, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), vem motivando as mulheres trabalhadoras do campo a avançarem ainda mais em seu trabalho diário a exemplo de ações como horta comunitária com abordagem sustentável, assistência à criação de animais como ovinocaprinocultura e avicultura, artesanato e a aplicação de método monitoramento com as cadernetas agroecológicas.
Ferramenta metodológica criada para facilitar e ajudar no dia a dia da trabalhadora rural, as cadernetas agroecológicas contribuem para o entendimento de que a produção agrícola não lhe traz apenas uma renda complementar, e sim essencial. “Nelas as mulheres agricultoras anotam a produção obtida, considerando os produtos que consomem, vendem, trocam ou fazem doação, o que tem contribuído muito para mensurar o empoderamento econômico dessas trabalhadoras rurais, assim como tem feito a conexão com diversas políticas públicas”, observa Abeaci dos Santos, gestora de Organização e Desenvolvimento Social da Emdagro.
“A ferramenta auxilia especialmente na Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, a exemplo quando se discute as formas de aproveitamento dos alimentos, os desperdícios no momento da colheita e do transporte, do acondicionamento dos produtos e ainda a preocupação com o alimento seguro e livre das práticas intolerantes ambientais”, ressaltou.
Abeaci explica que, a partir da abertura e apoio oportunizado pela Constituição Federal de 1988, observou-se que as mulheres trabalhadoras rurais começaram a participar de diversas organizações, fortalecendo ainda mais suas lutas, em busca da ampliação de oportunidades de trabalho e renda, e contribuindo de forma mais concreta com o crescimento e desenvolvimento de suas comunidades, seus municípios e do próprio país.
“Foi durante esse processo que ocorreu a inserção das mulheres, de forma definitiva, nos espaços produtivos, nos mercados e na comercialização dos produtos, fato que caracteriza uma coisa que chamamos de Negócio Agrícola, visto que as mulheres passaram a entender que era possível dar um rumo diferenciado às suas atividades produtivas”, destacou Abeaci. “Também devemos considerar o manejo sustentável dos recursos naturais, que é uma marca importante da base econômica das mulheres e com isso, elas vão ganhando notoriedade”.
A produtora rural Ângela Maria de Jesus Feitosa, de 56 anos, fala com orgulho de tudo que conquistou na agricultura até hoje. Natural de Aquidabã, é a segunda do total de nove filhos, de um casal de agricultores, e mãe de duas filhas, criadas e educadas graças à força e perseverança de seu trabalho na terra, conforme ela faz questão de ressaltar. “Tenho uma filha engenheira florestal, formada pela Universidade Federal de Sergipe e a mais nova também já cursando a faculdade e isso se deve ao meu esforço, juntamente com meu marido, em nosso pedaço de terra, onde plantamos desde hortaliças a batatas, mandioca, feijão, inhame, macaxeira, entre outras culturas, sempre observando e respeitando o meio ambiente”, disse a agricultora que planta e comercializa seus produtos na Colônia Treze, município de Lagarto. “Devo muito do que conquistei até hoje à Emdagro, por ter me dado o conhecimento necessário, por meio de cursos e tecnologias apresentadas que me ajudaram muito a chegar até aqui”, ressaltou Ângela.
Encontro no Dia da Mulher
Para marcar o Dia das Mulheres com as mulheres do campo, a Seagri, por meio da Emdagro, realiza encontro com as trabalhadoras rurais da comunidade Piragi, município de Capela. Na oportunidade será feita uma avaliação sobre as ações já realizadas e debate com as agricultoras sobre “Diversificação de Cultura”. A comunidade já é atendida com o projeto de horticultura, com distribuição de sementes de hortaliças.

Estudantes inscritos no Processo Seletivo de Jovem Aprendiz da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), responderam, na manhã desta sexta-feira (03), no auditório do órgão, as provas objetivas de português e matemática. A seleção acontece para o preenchimento de 7 vagas para o turno matutino.
O Governo do Estado levou a Boquim, na última segunda-feira, dia 27, a primeira edição do “Sergipe é Aqui”, uma ação itinerante em que o governo transfere toda a sua estrutura administrativa e operacional a um determinado município, como forma de aproximar o governo do cidadão sergipano. Com suas secretarias e órgãos, diversos serviços públicos foram disponibilizados gratuitamente à sociedade da região citrícola do Estado.


A primeira edição do “Sergipe é aqui”, durante a realização do governo itinerante idealizado pelo governador Fábio Mitidieri , foi anunciado investimento para produção de mudas de laranja e realização de serviços de reforma do Centro de Fruticultura de Boquim. A Secretaria de Estado da Agricultura, do Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri) esteve presente com a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e Companhia de Desenvolvimento Regional de Sergipe (Coderse) prestando serviços à população, a exemplo da entrega do Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) para produtores da região.




A Diretoria de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro tranquiliza a população sergipana quanto à não existência de casos do “mal da vaca louca” no estado. A diretoria esclarece também que o caso em suspeita divulgado ontem à tarde , 21, pelo Ministro da Agricultura provavelmente no estado do Pará, pode tratar-se de um caso atípico concorrido em animal idoso com predisposição genética, e que, nestes casos atípicos acometidos por velhice do animal não causam contaminação ou danos à saúde humana.
Gestores públicos, organizadores de feiras de animais, exposições, concurso leiteiro, leilões, cavalgadas, dentre outros eventos agropecuários, devem estar atentos ao que determina a Lei Estadual número 3112/91 e Decreto Estadual número 18.959/2000. Quem faz o alerta é a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), diante dos riscos de transmissão e disseminação de enfermidades em eventos dessa natureza. Para tanto, o órgão estará reforçando as orientações para esse público.

As ações governamentais de acesso à terra, fortalecimento da agropecuária, pesquisa, incentivos às agroindústrias e toda infraestrutura necessária para a assistência técnica e extensão rural foram temas do encontro que o secretário de Estado da Agricultura, do Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri), Zeca Ramos da Silva, teve na segunda-feira, 13, com os diretores e chefes dos 36 escritórios regionais e locais da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro). O objetivo foi alinhar as ações da Seagri e da Emdagro com as prioridades em termos de políticas públicas de Governo de Sergipe para o campo, nos próximos anos.
Outra ação prioritária para os próximos anos é a regularização fundiária e a Emdagro tem uma diretoria específica focada nesse objetivo. Destacou ainda as ações de pesquisa e de defesa sanitária animal e vegetal que perpassam por várias ações da empresa e garantem a segurança alimentar da população e até validam a qualidade dos produtos exportados para outros estados e países.
Planejar as ações para o ano de 2023. Esse foi o objetivo da reunião da Comissão de Produção Orgânica de Estado de Sergipe (CPOrg-SE), ocorrida na última semana, na Superintendência Federal de Agricultura (MAPA/SE), e que contou com a participação da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), representada pela engenheira agrônoma Maria Cleusa Guimarães. Além do planejamento, também foram discutidas as atividades realizadas pela comissão ao longo de 2022.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar publicou, na última terça-feira (7), a Portaria MDA nº 01, de 7 de fevereiro de 2023, que prorroga até o dia 31 de janeiro de 2024 o prazo de validade das Declarações de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP). Com o novo prazo, os agricultores com DAP ativa com validade até 07 de fevereiro de 2023 deverão procurar os escritórios da Emdagro para emissão do novo Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF). Ainda segundo a portaria, a prorrogação do prazo vale para as DAP´s principais, acessórias e jurídicas. Já as declarações com vencimento fora do período permanecem válidas pelo prazo originalmente estabelecido no ato de sua emissão.
