Dentre os principais temas estão a Ater junto as Comunidades Quilombolas e Planejamento 2022
Com o objetivo de compartilhar e avaliar as ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), junto as Comunidades Quilombolas e o planejamento 2022, foi realizado o 3º Encontro das Equipes Técnicas responsáveis pela referida ação junto aos Quilombos de Serra da Guia (Poço Redondo), Mocambo (Porto da Folha), Pirangi (Capela), Resina e Batateiras (Brejo Grande).
Durante o evento, as equipes apresentaram as principais atividades assessoradas junto as famílias destacando seu acesso aos diversos programas e projetos financiados pelas esferas dos governos estadual, federal e municipal, por meio de uma ação articulada entre equipes técnicas da Emdagro, Prefeituras Municipais através de suas Secretarias, Incra, Agentes financeiros, Movimentos sociais, Sebrae, Seagri, SEAIS, Ministério do Meio Ambiente, Movimento Quilombola, SASAC, Organizações não governamentais. “A prestação de Ater junto aos referidos Quilombos faz parte de um acordo firmado entre a Emdagro e o Ministério Público Federal (MPF), em abril de 2016, quando foram considerados entre outros aspectos, como a conquista dos territórios quilombolas, a necessidade de ater sistemática e a oportunidade de as famílias acessarem ás diversas políticas públicas, tendo como porta de entrada, a conquista da terra, frisou a responsável pelo Programa de Organização e Desenvolvimento Social da Emdagro, Abeaci dos Santos.
O Encontro aconteceu na sede da Emdagro, em Aracaju, quando, na oportunidade, além das equipes técnicas das unidades locais da Emdagro dos referidos municípios, marcaram presenças a Coordenação de Desenvolvimento Rural, a equipe de Desenvolvimento Social, a Coordenação de Assessoria de Planejamento, a Gestora Regional de Nossa Senhora da Glória e as Engenheiras Florestais que fazem residência na Emdagro.
PROGRAMAS Dentre os programas e projetos acessados pelos Quilombolas no processo de assessoria prestada pela Emdagro, foram destaques os Projetos Dom Távora, Dom Hélder Câmara, Manejo do Uso Sustentável da Terra no Semiárido do Nordeste Brasileiro (Sergipe) e Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF); Programas Água Doce, Minha Casa Minha Vida II, Defesa animal, Garantia Safra, Mais Palma, Bolsa Família, Auxilio Emergencial, Seguro Defeso, Distribuição de sementes, Mecanização agrícola, construção de casas , Crédito rural por meio da emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e inserção das famílias no Sistema de Informações dos Produtores da Reforma Agrária (SIPRA); Atenção Básica de Saúde, Educação do Campo, Segurança Alimentar e Nutricional , Gestação Social, Recuperação de áreas degradadas entre outros. A partir da inserção das famílias nos referidos programas, projetos e outras ações, que as famílias foram beneficiadas certo com unidades de processamento e beneficiamento da produção agrícola, sementes de feijão, milho, arroz, palma e hortaliças, acesso as diversas linhas de crédito para fortalecimento das atividades produtivas e de escoamento da produção, amparo da produção agrícola por perdas ocasionadas pela falta de chuvas intensas e devido a seca; sanidade dos rebanhos bovinos, suínos e outros por meio de exames de brucelose, vacinação contra a febre aftosa e raiva; aquisição de máquinas e equipamentos para apoiar as atividade agropecuárias como tratores, colheitadeira, ordenhadeira, tanques de resfriamentos; amparo das famílias pescadoras durante o período do defeso da pesca; construção de habitações, aquisição de barcos de pesca e aviamentos, construção de pequenas rotas de turismo aproveitando o potencial local ,construção e reformas de espaços de produção artesanais com máquinas , equipamentos , matéria prima e aviamentos; processos de formação continuada nas diversas atividades trabalhadas pelas famílias organização para comercialização; amparo e proteção das famílias por ocasião do corona vírus com vacinação, distribuição de máscaras, maneja da caatinga, cestas de alimentos e recursos do auxílio emergencial e bolsa família; melhoria genética do rebanho bovino por meio da inseminação artificial entre outros.
Os principais canais de comercialização são os mercados institucionais, feiras livres, pontos de vendas, mercados centrais e Ceasa
O desafio de todo agricultor familiar é levar seus produtos até a mesa dos consumidores, entretanto, o caminho para o acesso aos principais canais de comercialização não é tão simples assim. Para comercializar sua produção, o produtor rural precisa não só produzir alimentos de boa qualidade como também conhecer seu mercado de atuação. Buscando solucionar esse problema, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) vem atuando com diversas estratégias que viabilizem os acessos aos diferentes mercados para a agricultura familiar de Sergipe.
A experiência vivenciada pelo agricultor familiar Fábio Justino dos Santos, do Povoado Ipanema, Município de Itaporanga D´Ajuda, distante 30 km da capital Aracaju, é uma delas. Assistido pelo chefe do escritório local da Emdagro naquele município, Arlindo Martins de Oliveira, o produtor de milho, amendoim e macaxeira, encontrou no órgão de Ater o apoio que precisava para comercializar seus cultivos e manter a renda da família. Hoje ele tem um ponto de venda próximo à feira livre de Itaporanga D`Ajuda.
“No mês eu vendo em média 15 mil espigas de milho nas duas feiras que comercializo, uma aqui em Itaporanga e outra no CEASA de Aracaju. A renda não é muito, mas ajuda com as despesas da casa”, disse o produtor, que considera o apoio da Emdagro excelente. “O que preciso dos técnicos da empresa eu tenho. A Emdagro é essencial na vida do agricultor. Agora mesmo, pelos próximos dias, eles vão lá na minha propriedade para fazermos a análise solo”, disse ele.
A agricultora Edinalva de Equino, do Povoado Chan, também em Itaporanga D´Ajuda, comercializa acerola, laranja, banana e abacate no ponto de venda localizado próximo à feira livre no município. “Além das feiras aqui em Itaporanga, também vendo meus produtos em Lagarto. O apoio da Emdagro foi muito importante, porque sempre nos ajudou a produzir para o nosso próprio consumo e agora estamos ganhando alguns mercados que garantem renda para o produtor”, frisou a agricultora assistida pelo técnico Breno Santos Batista. Para o Assessor de Comercialização da Emdagro, Wagner Brito, o ponto de venda é o canal de comercialização da agricultura que mais tem se destacado, porque proporcionar ao agricultor familiar agregar renda ao seu produto na hora de vender. “Ponto de venda é o local estratégico por haver circulação de pessoas, onde os produtos produzidos pelos agricultores familiares e suas organizações são comercializados levando-se em consideração onde se apresente o melhor preço. Por isso, é papel da Emdagro, na qualidade de órgão oficial do Estado de Sergipe, dar essa assistência aos agricultores familiares”, comentou.
Outros exemplos de comercialização em pontos de vendas são os agricultores Clóvis Silveira de Assunção, do Povoado Caueira, assistido pelo técnico Carlos Alberto Alves Farias, que comercializa mangaba e coco em frente de sua propriedade, localizada na Linha Verde; a agricultora Maria Luzimeire dos Santos Cruz, do Povoado Campos, vende banana próximo à feira do município. A agricultora é assistida pelo técnico José Carlos Pinho. Já o agricultor José Augusto Neto, do Povoado Água Bonita, assistido pela técnica Karine Araújo Medeiros, tem seu ponto de venda na estação do município todas as quartas-feiras e na feira livre aos sábados.
Serão 180 propriedades de 48 municípios que receberão a visita de técnicos para coleta sorológica e vigilância clínica
A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) vem implantando em todo o Estado as ações do Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos, que tem como objetivo, além de garantir a manutenção do status internacional de zona livre, fortalecer a capacidade de detecção precoce e o atendimento imediato e preciso de casos de doenças que impactam economicamente a produção de suínos em Sergipe. Ao longo dos meses de maio e junho, a equipe de defesa animal da empresa realizará vigilâncias clínicas e sorológicas em estabelecimentos de criação de suínos.
Ao todo 180 propriedades, distribuídas em 48 municípios, estão dentro do plano. Desse total, 115 serão submetidas à vigilância sorológica e 65 à vigilância clínica. Estima-se que, ao final da ação em junho, a equipe técnica da Emdagro tenha colhido, aproximadamente, 1.855 amostras que serão analisadas pelo laboratório oficial do Estado, de acordo com o delineamento das ações previamente definido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
“Durante esse trabalho, estão sendo sanadas as eventuais dúvidas do criador e repassadas orientações sobre a importância da comunicação imediata de qualquer caso suspeito das doenças de notificação a Emdagro”, frisou a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Aparecida Andrade.
Segundo o plano, as informações e resultados fornecidos nas vigilâncias e relatórios gerados com os dados obtidos serão utilizados para “ativar o sistema de resposta rápida para uma possível introdução das doenças, adequar as capacidades de resposta diante de alterações de fatores de risco, apoiar as certificações e negociações comerciais que incluem a comprovação da condição de livre das doenças, gerando, assim, ganho não só ao Serviço da Emdagro, mas aos produtores, à economia do Estado e à sociedade como um todo”, comentou a diretora.
“A Emdagro segue focada no compromisso em manter e melhorar a vigilância animal no Estado, garantido, dessa forma, o fortalecimento da agropecuária em Sergipe”, completou Aparecida.
Evento aconteceu em Gararu e reuniu 30 agricultores que aprenderam sobre o cultivo da gliricídia
Um dia de muito aprendizado e troca de experiências, foi assim que a equipe do escritório da Emdagro em Gararu recepcionou, na última quinta-feira (05), no município do alto sertão de Gararu, 30 agricultores familiares e representantes da comunidade rural para um Dia de Campo sobre a Forragem de Gliricídia, Conservação de Solo e Reflorestamento. O evento foi aberto pelo Presidente e pelo Diretor de Ater da Emdagro, Jefferson Feitosa de Carvalho e Antônio Reis, respectivamente e o Secretário Municipal da Agricultura Elisio Marinho.
Em seu pronunciamento o presidente Jefferson destacou a importância do evento. “Esse momento é um momento de troca de conhecimentos. Apresentar a importância da gliricídia em curva de nível e a produção de silagem, que é reserva alimentar do gado numa região como a do semiárido é extremamente importante. Esse trabalho que vem sendo feito aqui na propriedade do agricultor Manoel Messias é a comprovação da importância da conservação do solo, destacou o presidente. Em seguida à abertura do evento, o público dividiu-se em dois grupos e percorreu três estações que apresentaram, na sequência, os seguintes temas: a importância do uso da gliricídia no preparo da silagem, utilizando a leguminosa como fonte proteica e excelente alternativa de reserva alimentar para os rebanhos. Após, foi apresentada uma área cultivada com a gliricídia consorciada com palma forrageira utilizando curva de nível, que foi demonstrada na prática aos agricultores presentes. Na última estação foi abordada a importância da recuperação e proteção das Áreas de Preservação Permanente (APP), sendo realizado o plantio de espécies florestais nativas às margens do córrego da propriedade.
Para a agricultora Naedja Melo dos Santos, do Povoado Palestina, em Gararu, muitas informações sobre a gliricídia ela não sabia. “O dia de campo foi muito proveitoso porque muitas coisas a gente não sabia, como a silagem de gliricídia armazenada em tambor. Outra coisa importante que vimos aqui foi a proteção do solo com a técnica do plantio em curva de nível. Agora é só colocar em prática”, frisou.
Já o agricultor e presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Gararu, Antônio Márcia da Costa, filho do proprietário onde ocorreu o dia de campo, trabalha a mais de há muitos anos com a gliricídia porque já teve a experiência de ter uma propriedade bastante degradada. “Trabalhamos há mais de 10 anos com a experiência com a leguminosa, nossa propriedade era bastante degradada e hoje trabalhamos com foco no cuidado com o solo. Não usamos agrotóxicos, trabalhamos a recuperação da Área de Proteção Permanente (APP) e produzimos em forma consorciada. Espero que esse trabalho apresentado nesse dia de campo possa servir de incentivo para os agricultores que aqui estão participando”, disse ele.
O Dia de Campo foi realizado pela equipe do escritório local da Emdagro de Gararu, pelos técnicos Antônio Resende, gestor, e o técnico André. A equipe contou com o valoroso apoio da gestora regional de Nossa Senhora da Glória Rita Selene, dos assessores da sede da Emdagro Elizabeth Campos, Maria Cleusa, Pedro Calazans e Adriano Wmygens, além do representante do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Davi Lobato de Oliveira.
Ao longo do mês de maio serão vacinados apenas animais de até 2 anos de idade, mas todo o rebanho terá que ser declarado
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) inverteu a faixa etária dos bovinos e bubalinos que deverão ser vacinados nessa primeira etapa da campanha de vacinação contra a Febre Aftosa, que teve início no último dia primeiro se estendendo até o dia 31 de maio. A faixa etária de até 24 meses era contemplada sempre no mês de novembro quando da realização da segunda etapa. A medida visa evitar desabastecimento do imunizante.
“Deverão ser imunizados 470 mil animais de até 24 meses de idade, mas a declaração junto à Emdagro deve ser de todo o rebanho, mesmo que eles não sejam vacinados”, é o que alerta a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Aparecida Andrade. Segundo ela, a declaração dos animais deverá ser feita de acordo com o número de animais declarados na campanha anterior, incluindo, apenas, os animais que nasceram ou morreram e se houver diferenças na quantidade de animais declarados, o criador deverá a entrada e a saída da propriedade através da Guia de Trânsito Animal (GTA).
Ainda segundo a diretora, aqueles produtores que não estiverem com seus cadastrados atualizados, deverão comparecer em um escritório da Emdagro e fazer essa atualização. “Alertamos aos produtores que não comprem vacina sem antes atualizarem seus cadastros junto à Emdagro, porque sem essa atualização cadastral eles não poderão comprar os imunizantes”, frisou.
Após vacinar o rebanho o produtor poderá imprimir a declaração, preencher, assinar e enviar via Whatsapp para o telefone 79 99191-4341 ou pelo e-mail codea@emdagro.se.gov.br, com cópia da carteira de identidade ou de motorista. Caso queira, poderá também se dirigir a um escritório da Emdagro para preenchimento e assinatura da declaração. Caso o produtor necessite enviar um representante, este deverá comparecer munido de uma procuração assinada e autenticada em cartório.
“Alertamos ao produtor rural que, em caso de envio da declaração por e-mail ou Whatsapp, ele deverá ficar atento para o fato da mesma apresentar alguma divergência, pois não será concluída. Neste caso, a declaração constará como não concluída e o produtor deverá procurar um escritório da Emdagro para sanar as pendências”, alertou a diretora.
O objetivo é promover a organização do comércio legalizado para se coibir a comercialização irregular no estado
Na manhã da última quarta-feira (27), a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) esteve reunida com responsáveis técnicos e proprietários de empresas que comercializam agrotóxicos no estado para tratar das exigências legais para a comercialização, devolução das embalagens vazias, Sistema Informatizado de Agrotóxicos (SIAGRO) e a emissão de receituários. A reunião aconteceu na sede da Emdagro e foi aberta pela Diretora de Defesa Vegetal e Animal, Aparecida Andrade, que cumprimentou a todos.
Na ocasião, o Delegado de Polícia Fernando José Andrade de Melo e a policial Anna Rosa da Divisão de Inquérito da Delegacia de Repressão à Crimes Rurais e Abigeato – DERCRA, aproveitaram a oportunidade para esclarecer os principais pontos da lei federal que classifica crime as práticas de: produção, comercialização, transporte, prestação de serviços, destinação irregular de resíduos e embalagens vazias de agrotóxicos e afins, que se encontrem em desconformidade com a legislação federal e estadual vigentes e àquelas que causem poluição de qualquer natureza e que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana ou provoquem mortandades de animais ou destruição significativa da flora. Alertaram ainda, que dentre as penalidades, estão previstas as penas de reclusão, de 2 a 4 anos, além de multa cabendo, inclusive, a prisão em flagrante. Para a Coordenadora de Insumos Agropecuários da Emdagro, Aglênia Araújo, o objetivo da reunião foi alinhar os procedimentos de registro de agrotóxicos e regularizar o comércio dentro do Estado. “O nosso maior objetivo é promover a organização do comércio legalizado, focando nas exigências legais do nosso Decreto Estadual e portaria conjunta EMDAGRO/SEFAZ, para que possamos reduzir a comercialização irregular de agrotóxicos dentro do estado e para que isso ocorra estamos intensificando e mudando estratégias de fiscalização”. Segundo ela, dentre alguns procedimentos irregulares identificados pela fiscalização estão a venda de agrotóxicos para áreas residenciais e a capina química utilizada por algumas prefeituras, o que é proibido pela legislação uma vez que os defensivos são de uso exclusivamente agrícola, além de recomendação excessiva de agrotóxicos para um único produtor, favorecendo que esses produtos sejam revendidos sem receita agronômica e registro na Emdagro. Aglênia frisou ainda que com o novo Sistema Informatizado de agrotóxicos (Siagro) foi possível otimizar o trabalho da fiscalização. Em ele (Siagro) enxergamos melhor as irregularidades efetuadas e com isso coibimos determinados procedimentos que acabam contribuindo para a venda de agrotóxicos de forma clandestina que tanto prejudica a economia, a saúde da população e o meio ambiente”, esclareceu. Para ela, o trabalho da Emdagro é alertar e sensibilizar os comerciantes sobre necessidade de efetuar os procedimentos de acordo com as exigências legais a fim de evitar punições e a concorrência desleal do clandestino com revendas que se encontram legalmente cadastradas no estado. “Queremos os comerciantes como parceiros, mas que essa parceria seja uma parceria de mão dupla”, comentou a coordenadora.
A coordenadora disse ainda que as fiscalizações serão intensificadas, inclusive, com o apoio de outros órgãos do estado. “Vamos intensificar as fiscalizações, principalmente, com o apoio da SEFAZ, ADEMA e do CREA para que cada órgão atue nas suas respectivas competências. Considero um grande avanço da EMDAGRO a parceria firmada com a Delegacia de Repressão a Crimes Rurais que muito irá contribuir para identificar os comerciantes que atuam na clandestinidade no estado”.
Para os comerciantes, as principais queixas estão ligadas à emissão do receituário para os agricultores, às exigências do CREA e do Ministério Público. “Essa reunião tem uma importância muito grande porque acaba trazendo todas as revendas que trabalham com defensivos agrícolas e que buscam andar de forma correta que acabam tirando suas dúvidas e facilitando a vida de quem trabalha e da própria fiscalização. Porém, tem alguns pontos que precisam ser esclarecidos, a exemplo do das exigências do CREA, do Ministério Público e dos órgãos ambientais”, comentou o representante da Agroconsult, Riclaudio Trindade.
“Hoje é um dia muito importante porque é o coroamento da importância da Emdagro em nosso município”, quem afirma é o Prefeito de Indiaroba, Adinaldo do Nascimento Santos, ao participar, na manhã desta segunda-feira (11), de uma reunião com o Presidente da Emdagro, Jefferson Feitoza de Carvalho, e os diretores Aparecida Andrade (Defesa Animal e Vegetal), Esmeraldo Leal (Ações Fundiárias), Anderson Defon (Administrativo e Financeiro) e Antônio Reis (Assistência Técnica e Extensão Rural).
Na ocasião, o Município e o órgão agropecuário formalizaram um Termo de Cooperação Técnica com vistas a fomentar a agropecuária e a agricultura familiar com atuação nas áreas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), o compartilhamento de ferramentas e mecanismos para o desenvolvimento sustentável e estímulo à utilização de políticas públicas de agricultores assistidos pelo escritório local da Emdagro no Município de Indiaroba, localizado no Sul Sergipano. O Termo de Cooperação visa desde a disponibilização de mão de obra para auxiliar no desenvolvimento das atividades do escritório, passando pelo custeio de cota de combustível para deslocamento de técnicos até a locação de um imóvel para funcionamento do escritório da Emdagro. Em contrapartida, a Emdagro irá coordenar as atividades a serem desempenhadas pelos servidores cedidos pelo município, dispor de quadro técnico para orientar, capacitar, acompanhar e assessorar as atividades de Ater, Defesa Agropecuária, Pesquisa e Ações Fundiárias.
Participaram da reunião os coordenadores de Desenvolvimento Rural, Ary Osvaldo Bomfim, de Agricultura e Desenvolvimento Sustentável Eduardo Cabral, dos Chefes dos Escritórios Regional e Local, Luiz Fernandes e Daniel Barreto, respectivamente.
No último dia (31) foi comemorado o Dia do Cacau em Umbaúba, município localizado no Centro Sul sergipano. A Emdagro foi parceira e se fez presente na programação promovida pela Cooperativa de Agronegócio de Sergipe, realizado no Centro de Educação Profissional Ulisses Guimarães, a qual trouxe como discussão a “Cultura do cacau mais oportunidade de negócio, alternativa de trabalho e renda para o produtor rural da Região Centro Sul”.
O Diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural da Emdagro, Antônio Reis, participou da abertura do evento e destacou a importância de se discutir uma cultura que ganhou a agricultura sergipana e se desponta como uma ótima opção de diversificação de culturas e geração de emprego e renda.
A programação contou ainda com a palestra do Assessor da Emdagro Luiz Carlos Nunes, que tratou sob a “evolução da cultura do cacau em Sergipe”. Ainda estiveram no evento o chefe do escritório regional de Boquim, Luiz Fernandes, dos técnicos dos escritórios de Arauá, Umbaúba e Indiaroba.
O presidente da Emdagro, Jefferson Feitoza de Carvalho, esteve reunido, na manhã desta quarta-feira (30), com o Prefeito de Carira, Diogo Menezes Machado, para formalizarem um termo de cooperação técnica entre o órgão agropecuário e o município do agreste central. O objetivo da parceria é fomentar a agropecuária e a agricultura familiar com atuação nas áreas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), compartilhamento de ferramentas e mecanismos para o desenvolvimento sustentável e estimulo à utilização de políticas públicas de agricultores assistidos pelo escritório local da Emagro naquele município.
Pela parceria, o Município de Carira irá disponibilizar um técnico agrícola para auxiliar no desenvolvimento das atividades do escritório, realizar a limpeza e conservação do imóvel, bem como utilizar as instalações para o funcionamento da Secretaria Municipal de Agricultura. Em contrapartida, a Emdagro irá coordenar as atividades a serem desempenhadas pelos servidores cedidos pelo município, dispor de quadro técnico para orientar, capacitar, acompanhar e assessorar as atividades de Ater, Defesa Agropecuária, Pesquisa e Ações Fundiárias.
Para o Prefeito de Carira, Digo Menezes Machado, a parceria busca melhorar o atendimento dos agricultores. “A reunião de hoje é um desdobramento de outras reuniões, pudemos fazer um acordo de cooperação mútua onde a Emdagro cede o prédio do escritório local ao Município Carira para que coloquemos lá a Secretaria Municipal de Agricultura para funcionar juntamente com a Emdagro, facilitando, dessa forma, o atendimento e a atenção ao agricultor da região. Em contrapartida, a prefeitura vai garantir um pessoal para a limpeza e conservação do local e um técnico agrícola para trabalhar junto aos funcionários da Emdagro, frisou o Prefeito.
O Presidente da Emdagro, Jefferson Feitoza de Carvalho destacou a parceria e disse que a “parceria vai priorizar o atendimento da empresa em todas as áreas, seja na área administrativa, de Ater, Defesa Agropecuária, Ações Fundiárias e Pesquisa, juntamente, com a Secretaria de Agricultura do Município para melhor atender aos produtores não só de Carira como também dos municípios vizinhos”.
Sistema facilita a comercialização de produtos de origem animal de um estado para outro
O Serviço de Inspeção Estadual da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) recebeu do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) o título de reconhecimento de equivalência para a adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal – SISBI-POA. O certificado de reconhecimento foi entregue ao Governador Belivaldo Chagas pela Ministra Tereza Cristina, no último dia 24, quando de sua passagem por Sergipe para a entrega de 393 títulos de propriedade rural, em Poço Redondo, Sertão sergipano.
Com a adesão ao Sisbi, o Estado de Sergipe promoverá o desenvolvimento das indústrias registradas no Serviço de Inspeção Estadual (SIE), possibilitando que os produtos sergipanos das empresas aprovadas e inspecionadas pela Emdagro possam ser comercializados em todo território nacional. “A adesão ao SISBI será uma importante ferramenta para o desenvolvimento socioeconômico de Sergipe devido à implantação de novas agroindústrias, as quais garantirão o abastecimento e a segurança do alimento que a população consome. Dentre os objetivos do Sisbi está a harmonização e padronização dos procedimentos de fiscalização dos produtos de origem animal entre os serviços oficiais de inspeção dos diversos estados para garantir a inocuidade e segurança alimentar”, comentou a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Maria Aparecida Nascimento Andrade.
Os estabelecimentos interessados poderão procurar a Coordenadoria de Inspeção Animal na EMDAGRO/Aracaju ou entrar em contato pelo telefone 79-3234-2630 ou pelo e-mail: dipoa@emdagro.se.gov.br para mais informações. “As indústrias interessadas farão uma solicitação formal a Emdagro solicitando sua adesão ao Sisbi e terão que ter registro no Serviço de Inspeção Estadual (SIE), apresentando documentações exigidas e condições físicas, higiênico-sanitárias e tecnológicas satisfatórias para poderem integrar o sistema”, orientou a diretora, esclarecendo que os estabelecimentos registrados no SIE/EMDAGRO que optaram por não aderirem ao SISBI-POA permanecem com a abrangência de comercialização de seus produtos restrita apenas ao território do Estado de Sergipe.
O que é o SISBI A sigla SISBI ou SISBI-POA significa Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Ele faz parte do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA). Seu objetivo é padronizar e harmonizar os procedimentos de inspeção de produtos de origem animal para garantir a inocuidade e segurança alimentar. Sua finalidade é permitir que produtos de origem animal de um estado possam ser vendidos legalmente em outro.
“Ou seja, se um abatedouro frigorífico de bovinos em Sergipe que deseje comercializar seus produtos no estado de Alagoas é necessário estar adequado ao sistema de inspeção. Já os produtores que estão em localidades próximas às fronteiras, então, o SISBI é sinônimo de competitividade e aumento dos lucros. Isso porque cria essa possibilidade sem a necessidade do Serviço de Inspeção Federal (SIF)”, explicou Aparecida.
Última atualização:
31 de março de 2022 11:17.
Usamos cookies para personalizar conteúdos e melhorar a sua experiência. Ao navegar neste site, você concorda com a nossa Política de Cookies.