Médica Veterinária da Emdagro foi jurada no concurso de queijo que analisou 900 tipos diferentes
O CAF vai substituir a Declaração de Aptidão ao Pronaf que deixa de existir a partir do dia 30 de junho
A Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP-Pronaf), como é conhecida hoje, deixará de existir a partir do próximo dia 30 de junho deste ano. Em seu lugar passa a valer o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF-Pronaf), que foi criada através da Portaria nº 242 de 8 de novembro de 2021 do Ministério da Agricultura, Pecuário e Abastecimento (Mapa). O novo cadastro tem gerado algumas dúvidas em entidades representativas e órgãos emissores. Diante disso, representantes da Emdagro, Fetase e a Superintendência Federal de Agricultura em Sergipe (SFA) estiveram reunidos, na última terça feira (31), para discutir o período de transição entre a DAP e o CAF.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Sergipe (Fetase), as preocupações variam desde a operacionalização do sistema até o atendimento das demandas por novas CAF. “Nós estamos vivendo um grande momento de transição da DAP para o CAF, cujo prazo vence agora dia 30 de junho, e nossa preocupação é que estamos tendo muitas dificuldades na operacionalização do sistema, que vem apresentando muitas falhas, além de várias dúvidas sobre quem irá emitir esse documento. Será um sistema mais aberto, que permite mais entidades emissoras cadastrando os agricultores”, disse o presidente da Featase, Lucivânio de Aragão.
“O CAF é um sistema mais amplo, mais seguro, que cruza dados da Receita Federal e outros órgãos do governo e como toda mudança há uma séria de dúvidas acerca de como o sistema será operacionalizado, alguns problemas apresentados e algumas preocupações no sentido de absorver outros entes para entrarem na rede de emissores da antiga DAP, a exemplo das prefeituras municipais, colônias de pescadores”, frisou o chefe da Divisão de Desenvolvimento Rural da SFA/SE, David Guimarães de Andrade.
Para o Presidente da Emdagro, Jefferson Feitoza de Carvalho, a mudança da DAP para a CAF vai acarretar de todos os envolvidos muita determinação e a nossa preocupação é que os agricultores familiares beneficiados não sejam prejudicados. “A Emdagro tem limitação para o público total do estado que hoje, segundo o IBGE, está em torno de 70 mil agricultores familiares. E para atingir esse público a gente precisa de mão de obra grande e qualificada. Por isso, nós chamamos aqui a Fetase para participar de todo o processo porque nossa preocupação é não prejudicar o agricultor familiar”, disse.

Segundo ele, a implantação do CAF será realizada de forma gradativa. “Agricultores que já possuem a DAP só deverão realizar nova inscrição na medida em que as atuais forem vencendo. Já os agricultores que ainda não possuem e desejarem obter a DAP, só poderão fazer até o dia 30 de junho. Após essa data, eles já serão cadastrados no CAF”, esclareceu Jefferson.
As mudas foram apreendidas em feiras livre da região sul e centro sul do Estado
Na manhã da última terça-feira (31) a equipe de fiscalização agropecuária da Emdagro incinerou mais de 2 mil mudas de citros clandestinas apreendidas ontem em feira livres nos municípios de Umbaúba, Pedrinhas, Boquim e Lagarto. A ação de fiscalização contou com o apoio de Polícia Militar de Sergipe.
Tanto a legislação federal (Lei n° 10.711 de 05 de agosto de 2003 e I.N n° 48 de 24/09/2013) quanto a legislação estadual (Decreto n° 40.960 de 13/08/2021 e a Portaria Seagri n° 54 de 11/08/2016) são bem claras sobre a proibição da produção, transporte e a comercialização de mudas que não sejam as mudas cítricas certificadas, ou seja, aquelas produzidas em viveiros telados, com planta de origem genética conhecida, livre de pragas e doenças, dentro dos padrões estabelecidos por lei e livres de pragas e doenças.
O comércio ilegal de mudas clandestinas é uma ameaça à cadeia produtiva dos citros e à sanidade do setor agrícola e o produtor flagrado comercializando esses produtos pode sofrer algumas penalidades que vão desde a advertência, apreensão e destruição das mudas até a aplicação de multas.
A Emdagro é o órgão responsável pela fiscalização de produtos vegetais que garante a qualidade dos insumos, a segurança fitossanitária às culturas em geral, coibindo a disseminação de diversas pragas e doenças.
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450 mil bovinos e bubalinos com 2 anos de idade deverão ser vacinados até o final da campanha
Termina no próximo dia 31 de maio a primeira fase de vacinação contra a febre aftosa para a maioria dos estados brasileiros. A campanha, que teve início em 1º de maio, vacinou nesta etapa bovinos e bubalinos com idade de até 24 meses, com meta de atingir 450 mil animais.
Além de realizar a vacinação, o criador deverá declarar todo o rebanho junto à Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), até o dia 10 de junho, preenchendo o formulário de declaração que se encontra no site: https://www.emdagro.se.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/DECLARACAO-AFTOSA.pdf e encaminhar a um dos escritórios da empresa mais próximo ou, se preferir, enviar por e-mail codea@emdagro.se.gov.br ou pelo WhatsApp através do número 79 9 9191-4341, sendo obrigatória a apresentação do documento de identificação do proprietário dos animais ou de seu representante, neste último caso, mediante procuração assinada em duas vias e reconhecida em cartório.
O criador que não vacinar seu rebanho e não declarar junto ao órgão estará sujeito ao pagamento de multa R$ 3,55 por animal (valor para maio de 2022), ficando impossibilitado de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), e de realizar operações financeiras que dependam da ficha sanitária dos animais.
Além da equipe do Estado de Sergipe também participaram representantes das Empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte e Piauí
O Presidente da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), Jefferson Feitoza de Carvalho, acompanhado dos assessores técnicos Ary Osvaldo Bomfim (Desenvolvimento Rural), Deodato Lima Filho (Divisão de Crédito Rural) e Godofredo Albuquerque (Assessoria de Projetos), participaram, em João Pessoa-PB, nos dias 12 e 13, de uma reunião promovida pela Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer-PB), com o objetivo de conhecer a operacionalização do Programa Nacional de Crédito Fundiário – Terra Brasil.
O grupo sergipano foi recepcionado pelo Presidente da Empaer, Nivaldo Magalhaes, que fez uma apresentação sobre a execução do Programa Terra Brasil no Estado da Paraíba. Em seguida, os técnicos da empresa de extensão fizeram uma exposição sobre todos os procedimentos adotados pelo Estado para a operacionalização do Programa. Na ocasião. Também estiveram participando da reunião o Presidente da Emater-RN, Cesar José de Oliveira, os técnicos da Emater-PI e Paraíba.
“O objetivo do Programa Terra Brasil é garantir mais agilidade no acesso ao crédito rural para aquisição de terras e infraestruturas básicas e produtiva por meio do Terra Brasil. Para tanto, o Ministério da Agricultura criou um serviço digital que dispensa a necessidade de entrega de documentação física ao Governo Federal”, destacou o Presidente da Empaer, Nivaldo Magalhaes. Segundo ele, a nova plataforma possibilita o envio do projeto técnico de financiamento e toda documentação do candidato a beneficiário, do vendedor e do imóvel rural de forma digital, desde o pedido inicial até a liberação do contrato de financiamento na agencia do banco financiador.
Para o Presidente da Emagro, Jefferson Feitoza, a visita foi bastante proveitosa e relevante para os participantes, onde, na oportunidade, foram tiradas todas as dúvidas. “O Programa Terra Brasil é bastante conhecido e garante o acesso à informação de forma transparente para o acompanhamento das etapas de análises, aprovações, envio de documentos correção de pendencias e solicitações de informações complementares. Porém, ele passou por uma reformulação e, atualmente, se encontra totalmente digital”, frisou o presidente que garantiu que, no caso de Sergipe, o acesso deverá ser realizado através da Emdagro, que já está credenciada no serviço CET – Certificação de Entidades e Técnicos para concessão do Crédito Fundiário.
Na oportunidade o Presidente da Empaer-PB apresentou um Programa de controle financeiro muito eficiente em que se visualiza de forma “on line” todas as entradas de recursos captados pela Empresa dos serviços de Ater prestado ao público beneficiário, bem como entregou aos visitantes uma cópia do Termo de Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a Empaer-PB e o Incra, delegando competências para emissão de declaração de aptidão ao Pronaf – DAP para os beneficiários do Programa Nacional de Reforma Agraria – PNRA.
Dentre os principais temas estão a Ater junto as Comunidades Quilombolas e Planejamento 2022
Com o objetivo de compartilhar e avaliar as ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), junto as Comunidades Quilombolas e o planejamento 2022, foi realizado o 3º Encontro das Equipes Técnicas responsáveis pela referida ação junto aos Quilombos de Serra da Guia (Poço Redondo), Mocambo (Porto da Folha), Pirangi (Capela), Resina e Batateiras (Brejo Grande).
Durante o evento, as equipes apresentaram as principais atividades assessoradas junto as famílias destacando seu acesso aos diversos programas e projetos financiados pelas esferas dos governos estadual, federal e municipal, por meio de uma ação articulada entre equipes técnicas da Emdagro, Prefeituras Municipais através de suas Secretarias, Incra, Agentes financeiros, Movimentos sociais, Sebrae, Seagri, SEAIS, Ministério do Meio Ambiente, Movimento Quilombola, SASAC, Organizações não governamentais.

“A prestação de Ater junto aos referidos Quilombos faz parte de um acordo firmado entre a Emdagro e o Ministério Público Federal (MPF), em abril de 2016, quando foram considerados entre outros aspectos, como a conquista dos territórios quilombolas, a necessidade de ater sistemática e a oportunidade de as famílias acessarem ás diversas políticas públicas, tendo como porta de entrada, a conquista da terra, frisou a responsável pelo Programa de Organização e Desenvolvimento Social da Emdagro, Abeaci dos Santos.
O Encontro aconteceu na sede da Emdagro, em Aracaju, quando, na oportunidade, além das equipes técnicas das unidades locais da Emdagro dos referidos municípios, marcaram presenças a Coordenação de Desenvolvimento Rural, a equipe de Desenvolvimento Social, a Coordenação de Assessoria de Planejamento, a Gestora Regional de Nossa Senhora da Glória e as Engenheiras Florestais que fazem residência na Emdagro.
PROGRAMAS
Dentre os programas e projetos acessados pelos Quilombolas no processo de assessoria prestada pela Emdagro, foram destaques os Projetos Dom Távora, Dom Hélder Câmara, Manejo do Uso Sustentável da Terra no Semiárido do Nordeste Brasileiro (Sergipe) e Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF); Programas Água Doce, Minha Casa Minha Vida II, Defesa animal, Garantia Safra, Mais Palma, Bolsa Família, Auxilio Emergencial, Seguro Defeso, Distribuição de sementes, Mecanização agrícola, construção de casas , Crédito rural por meio da emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e inserção das famílias no Sistema de Informações dos Produtores da Reforma Agrária (SIPRA); Atenção Básica de Saúde, Educação do Campo, Segurança Alimentar e Nutricional , Gestação Social, Recuperação de áreas degradadas entre outros.

A partir da inserção das famílias nos referidos programas, projetos e outras ações, que as famílias foram beneficiadas certo com unidades de processamento e beneficiamento da produção agrícola, sementes de feijão, milho, arroz, palma e hortaliças, acesso as diversas linhas de crédito para fortalecimento das atividades produtivas e de escoamento da produção, amparo da produção agrícola por perdas ocasionadas pela falta de chuvas intensas e devido a seca; sanidade dos rebanhos bovinos, suínos e outros por meio de exames de brucelose, vacinação contra a febre aftosa e raiva; aquisição de máquinas e equipamentos para apoiar as atividade agropecuárias como tratores, colheitadeira, ordenhadeira, tanques de resfriamentos; amparo das famílias pescadoras durante o período do defeso da pesca; construção de habitações, aquisição de barcos de pesca e aviamentos, construção de pequenas rotas de turismo aproveitando o potencial local ,construção e reformas de espaços de produção artesanais com máquinas , equipamentos , matéria prima e aviamentos; processos de formação continuada nas diversas atividades trabalhadas pelas famílias organização para comercialização; amparo e proteção das famílias por ocasião do corona vírus com vacinação, distribuição de máscaras, maneja da caatinga, cestas de alimentos e recursos do auxílio emergencial e bolsa família; melhoria genética do rebanho bovino por meio da inseminação artificial entre outros.
Os principais canais de comercialização são os mercados institucionais, feiras livres, pontos de vendas, mercados centrais e Ceasa
O desafio de todo agricultor familiar é levar seus produtos até a mesa dos consumidores, entretanto, o caminho para o acesso aos principais canais de comercialização não é tão simples assim. Para comercializar sua produção, o produtor rural precisa não só produzir alimentos de boa qualidade como também conhecer seu mercado de atuação. Buscando solucionar esse problema, a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) vem atuando com diversas estratégias que viabilizem os acessos aos diferentes mercados para a agricultura familiar de Sergipe.
A experiência vivenciada pelo agricultor familiar Fábio Justino dos Santos, do Povoado Ipanema, Município de Itaporanga D´Ajuda, distante 30 km da capital Aracaju, é uma delas. Assistido pelo chefe do escritório local da Emdagro naquele município, Arlindo Martins de Oliveira, o produtor de milho, amendoim e macaxeira, encontrou no órgão de Ater o apoio que precisava para comercializar seus cultivos e manter a renda da família. Hoje ele tem um ponto de venda próximo à feira livre de Itaporanga D`Ajuda.
“No mês eu vendo em média 15 mil espigas de milho nas duas feiras que comercializo, uma aqui em Itaporanga e outra no CEASA de Aracaju. A renda não é muito, mas ajuda com as despesas da casa”, disse o produtor, que considera o apoio da Emdagro excelente. “O que preciso dos técnicos da empresa eu tenho. A Emdagro é essencial na vida do agricultor. Agora mesmo, pelos próximos dias, eles vão lá na minha propriedade para fazermos a análise solo”, disse ele.
A agricultora Edinalva de Equino, do Povoado Chan, também em Itaporanga D´Ajuda, comercializa acerola, laranja, banana e abacate no ponto de venda localizado próximo à feira livre no município. “Além das feiras aqui em Itaporanga, também vendo meus produtos em Lagarto. O apoio da Emdagro foi muito importante, porque sempre nos ajudou a produzir para o nosso próprio consumo e agora estamos ganhando alguns mercados que garantem renda para o produtor”, frisou a agricultora assistida pelo técnico Breno Santos Batista.

Para o Assessor de Comercialização da Emdagro, Wagner Brito, o ponto de venda é o canal de comercialização da agricultura que mais tem se destacado, porque proporcionar ao agricultor familiar agregar renda ao seu produto na hora de vender. “Ponto de venda é o local estratégico por haver circulação de pessoas, onde os produtos produzidos pelos agricultores familiares e suas organizações são comercializados levando-se em consideração onde se apresente o melhor preço. Por isso, é papel da Emdagro, na qualidade de órgão oficial do Estado de Sergipe, dar essa assistência aos agricultores familiares”, comentou.
Outros exemplos de comercialização em pontos de vendas são os agricultores Clóvis Silveira de Assunção, do Povoado Caueira, assistido pelo técnico Carlos Alberto Alves Farias, que comercializa mangaba e coco em frente de sua propriedade, localizada na Linha Verde; a agricultora Maria Luzimeire dos Santos Cruz, do Povoado Campos, vende banana próximo à feira do município. A agricultora é assistida pelo técnico José Carlos Pinho. Já o agricultor José Augusto Neto, do Povoado Água Bonita, assistido pela técnica Karine Araújo Medeiros, tem seu ponto de venda na estação do município todas as quartas-feiras e na feira livre aos sábados.
Serão 180 propriedades de 48 municípios que receberão a visita de técnicos para coleta sorológica e vigilância clínica
A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) vem implantando em todo o Estado as ações do Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos, que tem como objetivo, além de garantir a manutenção do status internacional de zona livre, fortalecer a capacidade de detecção precoce e o atendimento imediato e preciso de casos de doenças que impactam economicamente a produção de suínos em Sergipe. Ao longo dos meses de maio e junho, a equipe de defesa animal da empresa realizará vigilâncias clínicas e sorológicas em estabelecimentos de criação de suínos.
Ao todo 180 propriedades, distribuídas em 48 municípios, estão dentro do plano. Desse total, 115 serão submetidas à vigilância sorológica e 65 à vigilância clínica. Estima-se que, ao final da ação em junho, a equipe técnica da Emdagro tenha colhido, aproximadamente, 1.855 amostras que serão analisadas pelo laboratório oficial do Estado, de acordo com o delineamento das ações previamente definido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
“Durante esse trabalho, estão sendo sanadas as eventuais dúvidas do criador e repassadas orientações sobre a importância da comunicação imediata de qualquer caso suspeito das doenças de notificação a Emdagro”, frisou a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Emdagro, Aparecida Andrade.
Segundo o plano, as informações e resultados fornecidos nas vigilâncias e relatórios gerados com os dados obtidos serão utilizados para “ativar o sistema de resposta rápida para uma possível introdução das doenças, adequar as capacidades de resposta diante de alterações de fatores de risco, apoiar as certificações e negociações comerciais que incluem a comprovação da condição de livre das doenças, gerando, assim, ganho não só ao Serviço da Emdagro, mas aos produtores, à economia do Estado e à sociedade como um todo”, comentou a diretora.
“A Emdagro segue focada no compromisso em manter e melhorar a vigilância animal no Estado, garantido, dessa forma, o fortalecimento da agropecuária em Sergipe”, completou Aparecida.
Evento aconteceu em Gararu e reuniu 30 agricultores que aprenderam sobre o cultivo da gliricídia
Um dia de muito aprendizado e troca de experiências, foi assim que a equipe do escritório da Emdagro em Gararu recepcionou, na última quinta-feira (05), no município do alto sertão de Gararu, 30 agricultores familiares e representantes da comunidade rural para um Dia de Campo sobre a Forragem de Gliricídia, Conservação de Solo e Reflorestamento. O evento foi aberto pelo Presidente e pelo Diretor de Ater da Emdagro, Jefferson Feitosa de Carvalho e Antônio Reis, respectivamente e o Secretário Municipal da Agricultura Elisio Marinho.
Em seu pronunciamento o presidente Jefferson destacou a importância do evento. “Esse momento é um momento de troca de conhecimentos. Apresentar a importância da gliricídia em curva de nível e a produção de silagem, que é reserva alimentar do gado numa região como a do semiárido é extremamente importante. Esse trabalho que vem sendo feito aqui na propriedade do agricultor Manoel Messias é a comprovação da importância da conservação do solo, destacou o presidente.

Em seguida à abertura do evento, o público dividiu-se em dois grupos e percorreu três estações que apresentaram, na sequência, os seguintes temas: a importância do uso da gliricídia no preparo da silagem, utilizando a leguminosa como fonte proteica e excelente alternativa de reserva alimentar para os rebanhos. Após, foi apresentada uma área cultivada com a gliricídia consorciada com palma forrageira utilizando curva de nível, que foi demonstrada na prática aos agricultores presentes. Na última estação foi abordada a importância da recuperação e proteção das Áreas de Preservação Permanente (APP), sendo realizado o plantio de espécies florestais nativas às margens do córrego da propriedade.
Para a agricultora Naedja Melo dos Santos, do Povoado Palestina, em Gararu, muitas informações sobre a gliricídia ela não sabia. “O dia de campo foi muito proveitoso porque muitas coisas a gente não sabia, como a silagem de gliricídia armazenada em tambor. Outra coisa importante que vimos aqui foi a proteção do solo com a técnica do plantio em curva de nível. Agora é só colocar em prática”, frisou.
Já o agricultor e presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Gararu, Antônio Márcia da Costa, filho do proprietário onde ocorreu o dia de campo, trabalha a mais de há muitos anos com a gliricídia porque já teve a experiência de ter uma propriedade bastante degradada. “Trabalhamos há mais de 10 anos com a experiência com a leguminosa, nossa propriedade era bastante degradada e hoje trabalhamos com foco no cuidado com o solo. Não usamos agrotóxicos, trabalhamos a recuperação da Área de Proteção Permanente (APP) e produzimos em forma consorciada. Espero que esse trabalho apresentado nesse dia de campo possa servir de incentivo para os agricultores que aqui estão participando”, disse ele.
O Dia de Campo foi realizado pela equipe do escritório local da Emdagro de Gararu, pelos técnicos Antônio Resende, gestor, e o técnico André. A equipe contou com o valoroso apoio da gestora regional de Nossa Senhora da Glória Rita Selene, dos assessores da sede da Emdagro Elizabeth Campos, Maria Cleusa, Pedro Calazans e Adriano Wmygens, além do representante do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Davi Lobato de Oliveira.
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A Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) esteve presente na Expoqueijo – International Chees Awards, que ocorreu no período de 02 a 05 de junho, em Minas Gerais. A Médica Veterinária da Emdagro, Izildinha Dantas, participou como jurada do concurso de queijos do maior evento do seguimento do País. Ao todo 150 jurados de diversos Estados participaram do evento, que reuniu 900 queijos de diversos tipos, de 9 países diferentes.







O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) inverteu a faixa etária dos bovinos e bubalinos que deverão ser vacinados nessa primeira etapa da campanha de vacinação contra a Febre Aftosa, que teve início no último dia primeiro se estendendo até o dia 31 de maio. A faixa etária de até 24 meses era contemplada sempre no mês de novembro quando da realização da segunda etapa. A medida visa evitar desabastecimento do imunizante.